Edição 17 – 24/01/2018

Chacina de Unaí completa catorze anos; junto a Auditores Fiscais do Trabalho, Sinal exige justiça


“Esta omissão atinge a todos nós, servidores, que buscamos fazer nosso trabalho com dignidade”, pontuou o presidente do Sinal, Jordan Alisson, em protesto contra a falta de celeridade no julgamento dos mandantes e intermediários da Chacina da Unaí, que vitimou quatro servidores do Ministério do Trabalho durante atividade de fiscalização, em janeiro de 2004. Mais de uma década depois, centenas de manifestantes gritaram por justiça em frente ao edifício-sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, na manhã de hoje, 24 de janeiro.

O diretor de Relações Externas do Sinal, Epitácio Ribeiro, também participou do ato público, que faz parte da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, promovida pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait).

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“Como acreditar na justiça, se passados catorze anos nós não temos respostas para este crime brutal?”, questionou Jordan, referindo-se à impunidade que perdura desde então. Ele, ainda, ressaltou a coragem dos agentes públicos que, dia a dia, se dedicam a combater o trabalho escravo em todo o país. “Imagino como seja difícil para os Auditores terem de enfrentar situações semelhantes a estes colegas, sabendo que não estão protegidos”, concluiu.

Clique na imagem abaixo para assistir à íntegra da intervenção do presidente do Sinal

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Domingo, 18 de fevereiro de 2018
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