Decisão do Conselho Nacional dificulta alcance de reajuste de 5% em 2013
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Prezados (as) Filiados (as), O Sinal-DF agradece ao Sinal Nacional o pronto atendimento em avaliar em tele-reunião no dia 3 de outubro o requerimento do Sinal-DF de colocar em votação nacional, de preferência votação eletrônica, a proposta aprovada na AGN de 27 de setembro em Brasília de “que os presidentes Tombini e Belsito trabalhem pela imediata inclusão da carreira de especialista no PL de reajuste de 5% ao ano entre 2013 e 2015”. No entanto vê com muita preocupação a decisão do Conselho Nacional de, por 11 votos a 4 (3 de Brasília), rejeitar tal proposta.
Tal decisão desconsidera a manifestação de cerca de 650 servidores que participaram da referida assembleia que aprovou a proposta com o voto favorável de 440 e contrário de 116 servidores. Ao fazê-lo o Conselho Nacional impede o diagnóstico da real vontade do servidor do Banco Central neste momento que, pelas diversas manifestações parece ter mudado desde a assembleia de 28 de agosto, permitindo a dúvida e os desencontros entre favoráveis e contrários à proposta em todo o Banco Central.
A decisão do Conselho Nacional em 3 de outubro, dificulta acentuadamente a realização do desejo de muitos servidores de ter reajuste ainda em 2013, uma vez que a administração do Banco Central ao receber o abaixo-assinado informou aos organizadores e demais participantes que não intercederá enquanto não houver uma decisão de assembleia diferente da tomada em 28 de agosto.
O Sinal-DF se preocupa com a crescente animosidade entre os servidores do Banco Central baseada nas suposições sobre a vontade atual da maioria a respeito da referida proposta e acredita que este clima poderia ser minorado com a eliminação desta dúvida por meio de votação eletrônica.
A preocupação do Sinal-DF refere-se também à potencial deterioração do ambiente laboral em especial a partir de janeiro de 2013, quando os servidores do Banco Central passarão a receber subsídio inferior a todo o ciclo de gestão.
O Sinal-DF entende que a crescente, mais ainda baixa participação e filiação do servidor de Brasília, responde em parte pela fragilidade política desses servidores. Embora os servidores de Brasília sejam quase 50% de todo o efetivo funcional da ativa do Banco Central, sua representação no Conselho Nacional é de apenas 17% (3 votos em 18). Para que a voz do servidor de Brasília se faça mais presente na sua representação sindical e assim na definição de sua remuneração, este servidor precisará aumentar o grau de filiação e de participação nas assembleias.
Apesar de a negativa do Sinal Nacional fragilizar o alcance das metas aprovadas pelo servidor de Brasília na assembleia do dia 27, o Sinal-DF mantém o compromisso com seus representados de continuar a buscar meios para convencer as partes envolvidas a considerar a demanda votada na referida assembleia.
José Ricardo da Costa e Silva
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S.C.S. Q.01 Bl. G Ed. Baracat Sala 403/406 – Brasília – DF |
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