Nível Superior para os Técnicos do BC – passo fundamental para a valorização da Carreira
Nenhuma outra demanda é mais emblemática e necessária na luta pela valorização dos servidores do Banco Central, do que a exigência de Nível Superior (NS) como critério de ingresso no cargo de Técnico. O trabalho de alta complexidade e relevância desenvolvido pelos servidores da Autarquia, aliado aos avanços tecnológicos, exige competências cada vez mais sofisticadas, que não se coadunam com o quadro atual da carreira de Especialista, com exigência de graduação somente para o cargo de Auditor do BC, bem como para a carreira de Procurador.
A não exigência de NS para um dos cargos é a maior das assimetrias com outras carreiras do poder Executivo, e constitui-se em barreira à valorização efetiva dos servidores do BC. Muito mais que o reconhecimento dos servidores do cargo de Técnico, trata-se do reconhecimento à relevância do papel institucional de toda a carreira de Especialista do Banco Central do Brasil, qualidade reconhecida internacionalmente.
Nesse sentido, o Conselho Nacional do SINAL, reunido em novembro passado, deliberou sobre as principais frentes da atuação sindical neste ano de 2026, e como “prioridade 1” estabeleceu a defesa do Nível Superior, ao lado da Retribuição por Produtividade (RPBC).
O SINAL Fortaleza, em sintonia com esta decisão, atuará na defesa do NS, ao tempo em que parabeniza o SinTBacen, entidade parceira, pelo trabalho de longa data em defesa desta pauta e, mais recentemente, pela atuação na Câmara dos Deputados, quando da apresentação de emenda visando o NS em projeto de lei do Executivo, que seguiu para o Senado, todavia sem contemplar a emenda.
O trabalho das entidades continua em defesa desta bandeira que precisa unir todos os servidores da casa, independente do cargo que ocupa, seja Técnico, Auditor ou Procurador.
Colega, sua participação é essencial no fortalecimento dessa luta. O Sinal Fortaleza o convida para cobrarmos juntos ações efetivas da direção do BC, em especial do Presidente Gabriel Galípolo e do Diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, bem como dos senadores, que agora deliberarão sobre o PL 5.874/25.
Acompanhe os informes das entidades.
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