BOCA PAULISTA ELETRÔNICO nº 31, de 23.2.11: Prédio do BC em São Paulo
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PRÉDIO DO BC EM SÃO PAULO Transcrevemos abaixo carta encaminhada pelo Sinal-SP, no último dia 11/2, à Gerência Administrativa de São Paulo, questionando vários aspectos preocupantes sobre as condições de conforto e, principalmente, de segurança atualmente oferecidas no prédio do Banco Central na localidade. Assim que recebermos as respostas, daremos divulgação. [[]] SINAL-SP-2011/015 Ao Sr. David Falcão Gerente Administrativo de São Paulo Prezado Senhor, O Conselho Regional do SINAL-SP tem recorrentemente demonstrado sua preocupação com as condições do prédio do Banco Central do Brasil, em São Paulo. Realizamos, em 30.03.2009, uma videoconferência com o Diretor de Administração, Sr. Anthero de Moraes Meirelles, onde enfatizamos a necessidade de se agilizar os projetos de revitalização do edifício, tendo sido amplamente debatidos pontos relacionados à manutenção, segurança e utilização do mesmo, entre eles a precariedade do funcionamento dos elevadores, iluminação de emergência, auditório, banheiros, acesso ao prédio e ao Mecir e brigada de incêndio. Reconhecemos os esforços empreendidos para viabilizar o início das obras, e louvamos a concretização da restauração da fachada do edifício, a construção de um novo auditório e a finalização do centro de treinamento, no 20º e 21º andar, respectivamente. Porém, julgamos necessário retornar ao tema, pois ainda nos defrontamos com aspectos críticos e urgentes que vêm incomodando e preocupando a todos os servidores, e que necessitam ser devidamente esclarecidos para maior conforto e tranquilidade de todos. A questão dos elevadores é emergencial, pois é crescente a sensação de insegurança e o desconforto dos usuários, face a quantidade sucessiva de ocorrências. Recentemente foi dada divulgação de que teria sido feito um diagnóstico da situação dos elevadores em todos os edifícios do Banco Central. Consideramos, assim, imperativo tornar público as reais condições dos elevadores em São Paulo e, adicionalmente, afixar no saguão dos elevadores, no andar térreo, o laudo do engenheiro responsável sobre a operacionalidade dos elevadores e sua segurança, enquanto não se materializam as reformas necessárias. Outra questão bastante discutida entre os servidores é a definitiva localização das unidades depois de concluídas as obras nos andares tipos. Possivelmente já tenha sido discutido com as chefias o novo arranjo dos andares, mas essa discussão nem de longe passou pelos principais interessados que são os servidores que neles irão desenvolver suas tarefas. Fazer conhecer, aos interessados diretos, o novo leiaute representa um passo importante na direção de uma administração participativa, interessada no bem estar de seus funcionários com resultados virtuosos para a convivência e harmonia ergonômica. O espaço a ser destinado às atividades ligadas à melhoria da Qualidade de Vida no Trabalho precisa ser explicitado, dada a demanda sobre o assunto e a necessidade de manter os servidores informados sobre os projetos de ocupação do prédio. Considerando, inclusive, a política de Qualidade de Vida no Trabalho aprovada pela Administração do BC, em dezembro de 2.004, e visando a concretização de suas diretrizes relacionadas com tal processo, sugerimos dar conhecimento do novo mobiliário que será adquirido e os critérios para escolha dos produtos e configurações, bem como a fase em que se encontra o andamento da obra e prazo estimado para a sua conclusão. Dentro desta linha, enfatizamos a necessidade de que sejam disponibilizados em algum local do BC-SP, materiais, matérias e artigos sobre a obra em andamento, para conhecimento e coleta de sugestões do público-alvo. Poderiam ser expostos maquetes, peças do mobiliário (principalmente cadeiras e biombos ou estações de trabalho), panfletos com especificações dos produtos que estão sendo cogitados ou com aquisição já contratada etc. Da mesma forma, urge a elaboração de um regulamento democrático do uso das garagens, pois é enorme a quantidade de vagas destinadas a funcionários que não se utilizam de veículo próprio em detrimento de outros que, pela inconveniência do uso do transporte público, são obrigados a contratar um estacionamento nas redondezas, enquanto sobram vagas nos subsolos. Ressaltamos, ainda, a necessidade de que se solucione o estacionamento para motos. Nesta cidade, em que o trânsito é caótico, aumenta dia a dia o número de usuários de motocicletas e é indispensável a alocação de uma área coberta para elas, pois, é extremamente desconfortável o acesso às motos em dias de chuvas, principalmente neste período de alta densidade pluviométrica, devido à inexistência de um local adequado para que os motociclistas se paramentem com os equipamentos essenciais (capa, bota, galocha etc.). Finalmente, propomos ainda a realização de uma reunião com os servidores interessados, contando com a presença dos funcionários do BC responsáveis pelas obras, objetivando esclarecer dúvidas que persistam sobre as metas a serem alcançadas. Aguardamos seu pronto pronunciamento e eventuais comentários sobre os assuntos aqui levantados para a devida divulgação aos servidores da regional mediante nossos informativos. Atenciosamente, São Paulo (SP), 11 de fevereiro de 2011 Sinal – Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central Conselho Regional de São Paulo Paulo Lino Gonçalves Presidente |
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