Edição 84 - 28/02/2013

Por que me filiei ao Sinal-DF?

João Francisco Dias Souza (Desig/Disib/Surab)

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“Filiar-me foi a forma que tive de mostrar aos colegas o quão importante é fazer parte da luta.”

“Entrei para o Sindicato por acreditar no trabalho realizado por toda a equipe do Sinal-DF. Filiar-me foi a forma que tive de mostrar aos colegas o quão importante é fazer parte da luta. Minha expectativa é que o Sinal trabalhe para estar cada vez mais próximo da base. Em 2013, o Sinal deve promover iniciativas que tragam o filiado para o debate de ideias e opiniões. Só assim teremos um Sindicato que possa realmente nos representar em temas relevantes como a negociação salarial.”


Pedro Borges Leitão Junior (Deban/ Disip/ Susip-01)

“Quem se filia assume a responsabilidade de influenciar mais as decisões, ao mesmo tempo em que deve cobrar mais do sindicato.”

“Na verdade, é a segunda vez que me filio ao Sinal-DF. Eu era filiado e me desliguei pensando na relação de consumo: como eu não me sentia representado, eu não quis continuar pagando pelo serviço. Entretanto, mudei minha percepção para a relação de representatividade: se os sindicalistas bem ou mal me representam, então eu tenho que participar mais ativamente, para poder cobrar melhor e influenciar as atitudes de acordo com meu pensamento.

Minhas expectativas agora são, em primeiro lugar, que mais pessoas busquem a filiação, independentemente da cidade em que morem. Depois, que o sindicalismo seja guiado pelos interesses dos servidores, sem inclinações ideológicas e sem confundir honra e orgulho com teimosia e inflexibilidade. Dentre as prioridades para o ano de 2013, o Sinal deveria pensar nas eleições diretas para presidente e na redução de participantes com racionalização das Assembleias Nacionais Deliberativas.

A cada servidor que se filia, mais representativo fica o sindicato. Quem se filia assume a responsabilidade de influenciar mais as decisões, ao mesmo tempo em que deve cobrar mais do sindicato. Melhorar o sindicato é fundamental para as conquistas da classe, que traz mais credibilidade ao Banco Central e mais bem estar para o servidor e para sua família.”


 Jayr Dezolt (Aposentado)

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“Em reconhecimento a essa atitude do Sindicato [Plano Bresser], eu decidi me filiar.” 

"Soube que o Sinal-DF colocou meu nome em uma ação referente à ação do Plano Bresser, sendo que eu não era filiado ao Sindicato. Na ocasião, o Banco Central entrou com ação para executar, em 10 dias, o pagamento de percentual que, segundo o Banco, seria devido. O Sinal-DF entrou imediatamente com Mandado de Segurança, em defesa dos servidores do BC, inclusive de seus aposentados celetistas como eu. Em reconhecimento a essa atitude do Sindicato, eu decidi me filiar. Espero que, com isso, tenhamos mais um órgão de defesa dos servidores aposentados." 


 Maria Goreth Miranda Almeida Paula (Gerin)

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“Que o pouco que cada um pode fazer, não seja pretexto para não se fazer nada.”

“Resolvi me sindicalizar. Enfim. Não me sentia à vontade para opinar. Como questionar decisões, concluir por acertos ou equívocos?  Sentia-me como descreve o evangelho quando narra Pedro andando sobre as águas. Não no papel de Pedro que, mesmo tendo afundado, foi o único que andou sobre as águas. Sentia-me como os que ficaram no barco, comentando a falta de fé de Pedro. Eles que, no entanto, nunca andaram sobre as águas. Quero corrigir minha postura. Se não posso me envolver como Pedro, também não quero contribuir para sobrecarregar os já sobrecarregados no cumprimento de uma missão tão espinhosa, principalmente no lidar com pessoas. Quero procurar, quando couber, buscar com a categoria o melhor rumo. Usando as palavras de uma professora muito especial (Ethel Bauzer), concluo o pensamento com a seguinte frase: “que o pouco que cada um pode fazer, não seja pretexto para não se fazer nada”!”.

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