Edição 197 – 30/10/2017

Valorização do servidor do BCB: calendário de mobilização


O Conselho Nacional (CN) do Sinal, em reunião na última sexta-feira, 27 de outubro, definiu o calendário das próximas mobilizações, com vistas a continuar demonstrando a disposição dos servidores do Banco Central do Brasil em buscar a sua valorização e a total rejeição às medidas restritivas anunciadas pelo governo.

  • Ato Nacional no dia 1/11, quarta-feira, em horário a ser definido pelas regionais, em prol da Valorização do Servidor do Banco Central e contra as medidas governamentais de arrocho;
  • Assembleia Geral Nacional (AGN) no dia 6/11, segunda-feira, pela manhã, para informações e diálogo em relação à reunião a ser levada a efeito com a direção do BCB;

Durante a reunião da última semana, o CN chegou a discutir proposta apresentada pela representação de Belo Horizonte, que contaria com paralisação de meio período em todo o país. No entanto, com o objetivo de congregar nacionalmente a atividade, já que as regionais se encontram em momentos distintos de mobilização, optou por conclamar ato com possibilidade de atendimento às peculiaridades de cada praça.

Já na AGN do próximo dia 6 de novembro, além de prestar esclarecimentos sobre a reunião com o BCB, o Sinal quer ouvir você, servidor, para juntos construirmos a agenda conjunta de mobilizações. Reforçamos a importância da participação de todos para a continuidade e recrudescimento de um movimento forte e unificado.

A valorização do servidor do Banco Central passa obrigatoriamente pela modernização da carreira de Especialista – atribuições, nomenclaturas, nível superior para o ingresso em ambos os cargos, flexibilização de horário a cargo da Autarquia, prerrogativas funcionais, pelo fim das assimetrias salariais, internas e externas – e pelo fortalecimento das sedes regionais.

As ameaças do governo federal são inaceitáveis para os servidores. Precisamos dar um não ao adiamento dos reajustes salariais de janeiro de 2018 e 2019 – acordados e previstos em leis – que congela nossos vencimentos e traz consigo uma insegurança jurídica imensa; ao reajuste da contribuição previdenciária de 11% para 14% que reduz, na prática, o salário já congelado; à inclusão do BCB no “carreirão” a ser criado, com salários iniciais reduzidos e com extensão a trinta níveis para ascensão ao topo da carreira.

Vamos juntos lutar por aquilo em que acreditamos.

Participe das atividades nas suas regionais.

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