Edição 502 – 16.01.2026

“RODA DE CONVERSA” SOBRE O BC SAÚDE.


O caso do desmonte do PASBC, foi, e é, uma tragédia abundantemente anunciada e denunciada pelo Sinal-RJ.
Dentre as inúmeras edições do Apito Carioca que trataram do assunto, destacamos a de n°279, de 28.5.2024: “PASBC: As promessas e a realidade”, e a de n° 282, de 6.6.2024: “O exemplo da CASSI”.
Já naquela ocasião afirmávamos que o projeto da Administração Central do Banco sempre foi o de se desvincular de suas obrigações para com os beneficiários do PASBC.
Mas para isso, é claro, inviabilizar o PASBC era primordial.
E foi justamente isso que vimos acontecer nos últimos 2 anos.
As promessas da reforma do PASBC, cujos cortes e aumento de participação dos beneficiários no curto prazo permitiriam as melhorias no médio e longo prazos, eram só isso mesmo: promessas não cumpridas.
A forma autoritária como o DEPES forçou os integrantes do PASBC a aceitarem mudanças, sob pena de perdê-lo, já prenunciava o modo “tratoragem” que veio a seguir.
O golpe de morte veio com a centralização em Brasília das autorizações e de praticamente todas as decisões sobre o Programa.
A terceirização das auditorias e o corte nos atendimentos presenciais prepararam o terreno para o que viria a seguir, o descredenciamento em massa de prestadores de serviços credenciados.
Na visão de diversos prestadores de serviços, simplesmente não valia a pena ficar no PASBC.
Junto a isto começou o calvário para a obtenção de autorizações para procedimentos que não fossem básicos.
Não foram poucos os pedidos que o Sinal-RJ teve que intermediar, para buscar soluções para situações aflitivas de beneficiários.
Cumprida essa primeira etapa de “terra arrasada”, seguiu-se para a etapa seguinte: a implantação do Projeto CASSI.
A “solução” pensada para cortar de vez os vínculos do Banco com o atendimento do PASBC.
E é a este ponto que chegamos: a apresentação da CASSI como a solução para os nossos problemas, devido à angústia da falta de credenciados no Rio de Janeiro.
Como sempre falamos, a CASSI não é solução, pois ela também possui problemas de déficits crescentes, que da última vez foi superado apenas por um aporte do BB que a tirou do vermelho.
Mas, o principal: perdemos definitivamente qualquer capacidade de influenciar ou mesmo reclamar do atendimento eventualmente prestado, entramos para uma instituição que nos tratará exclusivamente como clientes e seremos uma gota dentro da sua clientela total.

PEC-65: RUIM PARA O SERVIDOR DO BC,
PIOR PARA O BRASIL!

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