SINAL-SP INFORMA nº 40, de 20.6.12: Assembleia dia 20.6, às 14h / Resultado da assembleia de 19.6 / Saiu na imprensa / Rede conveniada de descontos
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* fonte: BCB – Calculadora do Cidadão > Correção de valores |
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ASSEMBLEIA HOJE, DIA 20/6 Lembramos que nesta quarta-feira, dia 20/6, às 14h, no andar térreo do prédio do BC, haverá assembleia em continuidade à mobilização pelo atendimento às nossas reivindicações. Participe! |
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RESULTADO DA ASSEMBLEIA DE 19/6 A Assembleia Geral Regional de terça-feira, dia 19/6/12, em São Paulo, contou com a assinatura de 105 servidores na lista de presença. Foram passados informes sobre as decisões da AGN nas demais regionais do BC, ocorrida no dia 18/6, detalhadas no boletim Apito Brasil nº 75, de 19/6. Informações também foram dadas a respeito da mobilização de outras categorias, como já divulgado no boletim Sinal-SP Informa nº 39, de 19/6, bem como da greve dos servidores do Itamaraty. Tendo em vista as incertezas na mobilização geral dos servidores do Banco Central, até o momento, consultou-se informalmente a assembleia se seria o caso de reavaliar a paralisação prevista para o dia 21 em São Paulo (ver o boletim Sinal SP Informa nº 38, de 18/6). Por consenso, a assembleia entendeu que é melhor manter a paralisação, até como forma de motivar os colegas das demais regionais. São Paulo, foi lembrado, além de se manter à frente dos movimentos reivindicatórios no BC, vem trabalhando há mais tempo nesta campanha salarial, com a realização de frequentes assembleias, expedição de boletins e, ultimamente, visita aos andares do prédio.
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SAIU NA IMPRENSA Advertência Danielle Santos Ter, 19 de Junho de 2012 19:49 A insatisfação da Classe dos Auditores-Fiscais e demais carreiras de Estado que compõem a Campanha Salarial Conjunta diante da infrutífera negociação com o Governo chegou em forma de carta enviada na segunda-feira (18/6) à presidente Dilma Rousseff com pedido de audiência. No documento, os Auditores-Fiscais, Delegados e Peritos Federais, Advogados, Defensores Públicos e demais servidores destacam a defasagem salarial e a falta de compromisso do Executivo em encerrar as negociações antes do prazo para encaminhamento da Lei Orçamentária de 2013 e cobram maior respeito ao trabalho executado por essas carreiras. “Por acreditarmos no interesse desta Presidência em transformar o Brasil num país mais justo para seus cidadãos, incluindo-se aqueles que escolheram tal missão quando se devotaram a concorridos concursos públicos para carreiras que permitem atender diretamente ao bem comum, solicitamos de Vossa Excelência audiência, ocasião em que será possível demonstrar com maior detalhamento a importância de nossas carreiras (…)”, diz trecho da carta. Conteúdo semelhante também foi encaminhado no mesmo dia ao líder do Governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT/SP), na tentativa de reforçar o apoio ao movimento reivindicatório. A iniciativa só reforça a tentativa do conjunto de entidades em dialogar com o Executivo na busca de uma solução coerente para todos. Espera-se que o Governo finalmente se posicione. Boletim Informativo – Ano III Nº 685, 20/6/2012 Fonte: Sindifisco Sindical [[]] Banco Central usou dinheiro de fundo com R$ 1,1 bi de forma irregular Lúcio Vaz De Brasília – 19/06/2012 O Banco Central utilizou de forma irregular recursos de um fundo de reserva, com caixa de R$ 1,1 bilhão, sem registrar as despesas no Orçamento da União, segundo aponta auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União). Resultante da cobrança da taxa de devolução de cheques sem fundo, a reserva custeou, de 2008 a 2010, R$ 18,5 milhões em despesas com viagens, R$ 15 milhões com consultorias, R$ 100 milhões com informática e R$ 44,2 milhões com obras. No total, R$ 213 milhões foram executados com recursos da reserva em três anos, segundo relatório do BC. O TCU sustenta que os gastos feitos com receita do fundo constituem despesa pública e só podem ser realizados após autorização da lei orçamentária. Os recursos da reserva, denominada Redi-BC, vem sendo utilizados por fora do Orçamento da União desde 2003. Para o primeiro relator do processo, ministro Walton Alencar, o Banco Central age como se tivesse criado um "biombo econômico-financeiro que o pusesse a salvo de qualquer controle do Estado, conformando um colchão de reservas geridas em moldes particulares". Alencar contestou, ainda, argumento do BC de que a execução das despesas do fundo ocorre de modo "análogo" ao do Orçamento. "Orçamento público não é seara de analogia, nem campo em que se permite feudos de fundos ou reservas intocáveis pelo Congresso. É matéria de direito estrito, obedecendo o princípio da legalidade". Pelas normas do BC, os recursos reserva devem ser destinados à execução de projetos "relevantes e essenciais", voltados ao funcionamento e desenvolvimento institucional do BC, para implementar medidas definidas no planejamento estratégico da autarquia. A Constituição (art. 167) veda a realização de despesas que excedam os créditos orçamentários. Já a Lei de Responsabilidade Fiscal considera não autorizadas, irregulares e lesivas ao patrimônio público as despesas que não estejam adequadas ao Orçamento da União. A investigação do TCU começou na análise da prestação de contas do Banco Central relativa a 2006. As contas foram consideradas regulares com ressalvas, "em face das gravíssimas falhas administrativas", como citou o primeiro relator. Ele propôs que os projetos com recursos do fundo fossem suspensos em 45 dias. O BC recorreu da decisão. O novo relator, Raimundo Carreiro, apresentou uma proposta mais flexível. O tribunal determinou, na última quarta-feira, que o BC não inicie novos projetos com recursos da reserva sem que as despesas passem pelo Orçamento e deu prazo até dezembro de 2014 para a adequação dos gastos à lei orçamentária. OUTRO LADO O procurador-geral do Banco Central, Isaac Sidney, afirmou à Folha que respeita a decisão do TCU que determina o trânsito dos recursos da Redi-BC pelo Orçamento da União, mas assegurou que o fundo de reserva foi usado "dentro da legalidade". Segundo Sidney, o entendimento do BC era que os recursos da reserva são privados e que, portanto, não devem transitar pelo Orçamento, mas o banco vai ser adequar à orientação do TCU. O procurador-geral acrescentou que, "qualquer que seja o regime, certo é que o BC aplicou com extrema austeridade cada centavo da Redi-BC e o fez dentro da legalidade, com estrita observância das normas do CMN e da lei de licitações". Com a decisão final do TCU, argumentou Sidney, os recursos, mesmo transitando pelo orçamento geral da União, continuarão carimbados e destinados aos projetos institucionais do BC. O procurador afirmou que, atualmente, a reserva "é alimentada apenas com seus próprios rendimentos reais". E lembrou que, o Ministério Público do TCU manifestou-se contrário à imposição do trânsito dos recursos da reserva pelo Orçamento da União, diante do reconhecimento do caráter privado da reserva. Finalmente, Sidney informou que o BC aplica "rigorosamente" a Lei de Licitações. "Em outras palavras, licita quando a lei exige e não licita quando a lei dispensa". As modalidades mais usadas são a concorrência, o convite e o pregão. Fonte: Folha de SP [[]] Sucateamento da Polícia Federal Marcos Leôncio Sousa Ribeiro O governo limita nossa ação. O Congresso não prioriza leis contra a lavagem de dinheiro. Temos menos gratificações e cargos de chefia que a Funai Combater o crime organizado e a corrupção não têm sido os únicos desafios diários na Polícia Federal. Para vencer a criminalidade, antes é preciso driblar os cortes no orçamento, a falta de pessoal, a capacidade operacional reduzida e a indefinição de postos estratégicos na administração. Do jeito que as coisas andam, parece milagre a PF ainda conseguir realizar operações de vulto como Vegas e Monte Carlo. Certamente, isso só tem sido possível graças à determinação e ao comprometimento daqueles que, mesmo com as dificuldades, não abrem mão da missão de ser policial federal. Para concluir as investigações que culminaram com a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira, os policiais federais se desdobraram em jornadas de trabalho que chegavam a 15 horas diárias, de segunda a segunda. Por falta de pessoal, o mesmo policial que trabalhava no monitoramento telefônico também tinha que ir a campo fazer diligências. Houve policial que teve seu filho nascendo durante a operação e não pode se ausentar um dia sequer. Esse é um retrato da Polícia Federal que o Brasil desconhece e que o governo finge não ver. E a situação tende a piorar. O governo determinou que todas as diárias sejam submetidas à autorização prévia. Inclusive exigiu explicações da Polícia Federal, pois o órgão teria extrapolado o limite imposto. Ora, tais limitações são impraticáveis. O pagamento das diárias é o que viabiliza o deslocamento dos policiais federais para a realização das operações. Se continuar assim, a Polícia Federal acabará fechando as portas para balanço. Aliás, a omissão do Ministério da Justiça, que deveria defender a PF junto ao governo, tem provocado efeitos desastrosos. Além de não garantir os investimentos mínimos necessários para a realização das operações policiais, defesa das fronteiras e segurança nos grandes eventos, desde 2009 nenhum projeto estratégico para o órgão mereceu atenção. No Congresso, não foram priorizados os projetos legislativos de reforma do Código de Processo Penal, de combate ao crime organizado, de lavagem de dinheiro e a Projeto de Lei Orgânica da Polícia Federal, fundamentais para nós. No meio disso tudo, uma pergunta parece inevitável: a quem interessa o sucateamento da PF e a desmotivação dos policiais? Temos salários inferiores ao das polícias legislativas do Senado e Câmara e das polícias civis de vários Estados. Nossa gratificação de chefia é dez vezes menor do que a Polícia Civil do Distrito Federal. Temos menos gratificações e chefias do que a Funai. Além disso, falta uma estrutura administrativa adequada, não há reposição salarial da inflação e há a demora na implantação de benefícios para os policiais lotados nas fronteiras. Com tudo isso e com a iniciativa legislativa de esvaziamento da aposentadoria policial, a PF ruma para um quadro de descontentamento generalizado. As consequências são imprevisíveis, mas de antemão a criminalidade agradece. A Polícia Federal, patrimônio do Brasil, está ameaçada. Um patrimônio que precisa ser valorizado e reconhecido pelos governantes e pelo Estado brasileiro, para manter o padrão de qualidade duramente conquistado e continuar promovendo a prevenção e a repressão qualificada ao crime organizado e à corrupção. Que o governo reconheça o que o povo brasileiro atento já o fez: a Polícia Federal é um patrimônio de todos nós. MARCOS LEÔNCIO SOUSA RIBEIRO, 38, é presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e membro do Conselho Nacional de Segurança Pública Fonte: Folha de SP, opinião |
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REDE CONVENIADA DE DESCONTOS Clique aqui para acessar a lista completa dos conveniados. Leve sempre consigo a carteirinha do Sinal para desfrutar dos descontos oferecidos pelas empresas conveniadas. Confira o convênio com Floricultura: [[]] Entretenimento: Rede Cinemark – Dispomos de convites pelo preço de R$ 11,00, com prazo de validade até 31/7/12, para todos os cinemas e sessões da rede, exceto salas do Iguatemi SP, Premier Cidade Jardim e 3D. Os convites devem ser trocados por ingresso nas respectivas bilheterias. Consulte aqui a programação. Encomende seus convites por telefone, até às 16h. |
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