Edição 89 - 19/06/2008

ALGUNS PORQUÊS

Para todos nós, a tarde de ontem teve muita informação: foram divulgadas oito edições extras do Apito Brasil, em tempo real, com os acontecimentos da sala de reuniões; dessa forma, pouco espaço para especulações e boatos: tínhamos fatos.

Nesta quinta, temos AGN – Assembléia Geral Nacional para deliberarmos sobre os termos do acordo, duramente negociados e, para que tenhamos ainda maiores condições para deliberar, trazemos algumas questões para reflexão.

  • Por que o subsídio?

Ao uniformizar a remuneração, unindo a categoria, o subsídio apresenta, entre outras vantagens, a manutenção da paridade entre ativos e inativos.

Para maiores detalhes clique aqui e leia cartilha sobre o subsídio.

  • Por que retroagir a março a implementação da segunda parcela do acordo de 2007?

Embora não tenhamos conseguido a retroação integral – dezembro/07 – houve melhora de dois meses em relação à proposta inicial: a partir de março de 2008, passará a vigorar a tabela da 2a. etapa do acordo.

  • Por que aprovar o novo acordo nos termos definidos na Mesa?

O resultado desta etapa de nossa campanha demonstra que, em alguns aspectos, houve significativo avanço:

  • conseguimos implementação do subsídio, o que, para muitos, era impossível; 

  • manteve-se parte do acordo: a segunda etapa será implementada em março/2008; 

  • está prevista para janeiro do próximo ano a retomada das negociações com base nas conclusões do GT-PCR, ora em plena atividade, com a participação do MPOG; será o momento para resgatar nossas bandeiras: 1) efetivo reconhecimento dos servidores do BC, com remuneração equivalente à qualidade e importância de nossas atribuições; 2) a volta do percentual de 50% na remuneração de técnicos em reçação aos analistas; 3) melhoria na qualidade de vida e no ambiente e locais de trabalho; 4)definitiva consolidação do PASBC.

Após a reunião da mesa de negociação no MPOG, no final da tarde de ontem, houve uma reunião das entidades sindicais com a Dirad, quando foram recebidas pelos sindicalistas as tabelas de vencimentos sob a forma de subsídio retificadas, pois nas anteriores havia sido identificado um erro nos valores negociados.

No dia de hoje devemos receber resposta do Secretário de Recursos Humanos sobre os pontos que restaram pendentes ao final da reunião desta quarta-feira, estando em aberto a data da assinatura do acordo, bem como a resposta quanto às correções propostas, visando à elevação dos percentuais nos padrões que vão do AII ao BIII, na tabela de subsídio de 2010.

A proposta que levamos hoje à deliberação das assembléias em todo país é o resultado possível, neste momento, dentro do mandato que recebemos da categoria.

A indicação do Conselho Nacional pela aprovação do presente acordo não significa que desistimos do mandato que recebemos. O SINAL continuará a luta pelo reconhecimento do papel do BC para a sociedade e pelo reconhecimento do valor dos servidores da Casa.

Trata-se de uma etapa em direção ao topo, que terá continuidade no GT-PCR com vistas à construção de um Plano de Carreira digno e a retomada das negociações com o MPOG em janeiro.

Cabe agora, a cada um dos servidores, participar consciente e democraticamente na AGN – Assembléia Geral Nacional de logo mais (veja texto neste informativo).

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