Edição 17 - 02/03/2011

SINAL rebate afirmações caluniosas no “Blog do NASSIF”

O Sinal, alertado por diversos colegas que se manifestaram nas redes informais do BC, tomou conhecimento da infeliz nota de Alexandre César Weber no “Blog do Nassif”.

Informamos que a resposta foi postada no início da noite de ontem.


Confira, na sequência, a nota de Alexandre César Weber, a resposta do Sinal e uma breve manifestação de Luis Nassif.

 


Alexandre 

 
Re: O homem que atropelou os ciclistas

seg, 28/02/2011 – 12:59 Alexandre Weber – Santos -SP


Agora que vazou que o atropelador é funcionário do BC – Banco Central do Brasil – está claro a psiquê de role, ele já sofreu a lavagem cerebral e o condicionamento para trabalhar lá, onde o Povo não importa e se estiver na frente, Mata e Passa por cima, afinal, para manter as taxas de juros assassinas e pornográficas que o BC mantém no Brasil, só com funcionários sociopatas.

 
—————————————————————

 
Re: O homem que atropelou os ciclistas


ter, 01/03/2011 – 19:36


Alexandre Wehby


O Sinal, Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, deplora as afirmações de Alexandre César Weber.


O BC do Brasil é uma instituição de excelência, comparável aos melhores bancos centrais do mundo. O sucesso das ações do BC no controle da inflação e na supervisão do sistema financeiro consolidaram a estabilidade e a solidez econômica que desfrutamos hoje.


Por conta do papel desempenhado pelo BC na recente crise financeira internacional, da qual o país saiu praticamente ileso, o presidente do BC foi convidado a compor a direção do BIS e a instituição passou a participar do  Comitê de Basiléia para Supervisão Bancária e o Fórum de Estabilidade Financeira. Recebemos visitas frequentes de delegações de BCs de outros países em busca de cooperação técnica em diversas áreas. Há, portanto, pleno reconhecimento ao nosso trabalho.


O BC seleciona com rigor seus servidores e o ingresso se dá EXCLUSIVAMENTE por concurso público, à exceção de diretores. Hoje, todos os cerca de 4800 servidores do BC, à exceção de dois diretores, são concursados. O corpo funcional é qualificado e o BC estimula constantemente o aperfeiçoamento profissional. Há pouquíssimas situações de ilegalidade e de corrupção, os casos detectados geram processos administrativos e, provada a culpa, as punições costumam ser extremamente rigorosas, não raro com demissão a bem do serviço público.

 
Evidente que nosso trabalho deve passar pelo crivo e a avaliação da sociedade. Há críticas frequentes à condução da política monetária, sobretudo quanto à alegada ortodoxia na definição da taxa SELIC. O próprio sindicato tem criticado o BC, mormente no que se refere a deficiências na defesa dos direitos do consumidor.

Críticas consistentes a políticas eventualmente equivocadas e a erros do BC são, portanto, normais e bem-vindas. Críticas panfletárias e rasas, afirmações depreciativas ao corpo funcional da instituição e inferências descabidas com base no comportamento de 1 servidor fora do ambiente de trabalho, são ultrajantes e inaceitáveis.


O Sinal, assim como os servidores do BC, e certamente todos os cidadãos do Brasil, desejam JUSTIÇA. Que as partes sejam ouvidas, que o colega seja julgado dentro do devido processo legal e enfrente as consequências de seus atos por decisão da autoridade competente.


Ou vamos todos partir para a autotutela, para a vingança, para a barbárie, em última instância? Certamente não.


O Sinal não aceita as afirmações caluniosas de Alexandre César Weber e buscará reparação no fórum adequado, a justiça. O caso já está sendo analisado pelo nosso departamento jurídico.


Alexandre Wehby – Diretor de Comunicação do Sinal

 

—————————————————————

 
ter, 01/03/2011 – 19:50


luisnassif

 
Como irmão de ex-funcionária exemplar do BC, confirmo a qualidade do seu corpo técnico.

Re: O homem que atropelou os ciclistas

 
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-homem-que-atropelou-os-ciclistas#more


 

 

Edições Anteriores RSS
Matéria anteriorProgramação da 2ª Conferência das Carreiras de Estado
Matéria seguinteA servidora do BC, o mundo feminino e a qualidade de vida no trabalho (QVT)