Está no ar a Revista Por Sinal – Polêmicas e desafios na edição 41
Polêmicas e desafios na edição 41 da Por Sinal.
Valorização do Banco Central, julgamento da Ação Penal 470, questões judiciais dos servidores e as decisões das duas etapas da AND, entre outros temas, estão na nova edição da Por Sinal, impressa e disponibilizada em nosso portal.
O Conselho da Por Sinal, na apresentação da edição 41, lembra os 25 anos do Sindicato, a serem comemorados em 28 de outubro de 1988. Com satisfação, registramos a entrada de colegas recém-ingressos no BC nas direções regionais. Daro Piffer, do Sinal SP, foi eleito presidente nacional.
O retorno da inflação não poderia deixar de ser comentado. É acompanhada com lupa pela oposição à Dilma Rousseff. O governo continua apostando que a estabilidade da moeda e o crescimento da economia caminham juntos, como mostra a reportagem central da revista “Inflação em ritmo eleitoral”. O tema também é assunto de artigos dos colegas José Paulo Vieira (Regional São Paulo), Ricardo Luis Piccoli (Regional Porto Alegre) e Sérgio Belsito, agora diretor nacional de Assuntos Previdenciários.
Em “direitos do servidor”, chamamos a atenção para o projeto encaminhado pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), a ser relatado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que dispõe sobre as relações de trabalho governo-servidores e regulamenta a Convenção 151 da OIT.
A matéria “Devo, mas pago quanto quiser”, trata de precatórios e a estratégia de protelar os conflitos judiciários dos servidores contra o Poder Público. Vera Mirna, advogada do Sinal, assina o artigo “Morosidade da Justiça ou desequilíbrio da balança”, destacando exemplos internos do Banco Central.
Em entrevista, o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), presidente da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, fala de suas expectativas à frente do colegiado, da Ação Penal 470 — o chamado mensalão —, corrupção no futebol e reforma política.
Trazemos ainda os resultados da XXV Assembleia Nacional Deliberativa (AND), instância máxima do Sinal, realizada em duas etapas, em Belém (novembro) e em Curitiba (janeiro).
“O desafio agora é perceber que fortuna não é ganhar muito dinheiro, mas viver seguro e saudável”, alerta o colega Fábio Araújo, autor do livro “A sociedade da fortuna”. O BC, que criou a Diretoria de Relacionamento e Cidadania e o Departamento de Educação Financeira, estuda mudanças no projeto, exibido em seu portal na internet. O Sinal, por sua vez, entende que a orientação do BC tem limitações inevitáveis, e por isso também busca aperfeiçoar seu programa.
Por fim, num paralelo entre os bancos centrais do Brasil e da Espanha, o presidente do Sinal SP, Aparecido Sales, alerta para o desenvolvimento de nossas tarefas regulatórias no artigo “Independência técnica e profissional ameaçada”.
Boa leitura!


