Inicial 2025
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SINAL e ANAFE reafirmam articulação conjunta contra a PEC 65/2023
Visando fortalecer o diálogo em torno de pautas de interesse comum, o SINAL recebeu nesta quarta-feira, 9 de julho, em Brasília, a visita de...
Na Câmara dos Deputados, SINAL defende Banco Central como órgão de Estado
“Uma das nossas preocupações é preservar o Banco Central do Brasil (BC) como órgão de Estado e, por conseguinte, suas carreiras”. Em audiência do...
Seminário debate ameaças da reforma administrativa para o setor público
“Não é reforma, é demolição”. Estas foram as palavras de ordem que encerraram o Seminário Nacional Contra a Reforma Administrativa realizado nesta terça-feira, 8...
A falácia da PEC 65 como solução de todos os males
Em resposta a matérias divulgadas pela imprensa, em particular ao artigo publicado no jornal Valor Econômico, no qual se defende a aprovação da Proposta...
Em entrevista, presidente do SINAL aponta que PEC 65/2023 não atende aos interesses da sociedade
O presidente do SINAL, Epitácio Ribeiro, concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira, 3 de julho, ao programa Faixa Livre, no Youtube. Na oportunidade, foi...
MAIS UM ASSALTO AO BANCO CENTRAL?! AFINAL, DE QUEM É A CULPA?
Por fim, mas de forma gritante, fica em xeque o modelo proposto pela PEC 65.
Uma entidade reguladora de direito privado, em que os desejos de instituições financeiras bancárias, e cada vez mais não-bancárias, teriam cada vez mais peso e espaço no Banco Central, se mostra cada vez mais uma péssima ideia.
E cujas consequências, nos mostra o ataque hacker, podem ser catastróficas.
O REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO E O “RHUM CREOSOTADO” (PARTE II)
Se o debate sobre inflação fosse civilizado, ele seria assim: vale a pena perseguir uma inflação tão baixa, raramente vista na história do país, justamente em um momento em que todos os bancos centrais do mundo estão com dificuldades de controlar a alta de preços e se repensa a meta de inflação ideal?
(...)
O tratamento do nosso “Rhum Creosotado” é assim: o importante é a meta de inflação, e, quanto mais baixa, melhor para o mercado financeiro e pior para a economia nacional.
