Edição 55 - 18/4/2016

Palavra do Filiado


Muito pertinente o comentário do Francisco Nobre, de São Paulo. Também não entendo essa resistência do Sinal sobre a implantação do ponto e compartilho a sensação dele de “injustiça”, uma vez que em alguns lugares “privilegiados” as pessoas fazem jornada diferente, sem nenhuma previsão legal. TODOS sabemos disso e nada se faz. Infelizmente… Afinal, por que tratar iguais de forma diferente? Essa é a grande pergunta…

Camila Loures, de Brasília

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