Edição 0 - 29/09/2005

O GOVERNO DISSE QUE NÃO TEM MAIS MARGEM PARA NEGOCIAR.VOCÊ ACREDITA NISSO?

Na última reunião entre o SINAL e os representantes do governo, o Sérgio Mendonça, secretário do MPOG, disse que a proposta de R$ 63 milhões era o máximo possível e que não aceitaria uma contraproposta. Você acredita nisso?

Veja o porquê de o SINAL acreditar que o governo está blefando e que ainda há margem de negociação para o nosso PCS:

1.Qualquer negociador experiente sabe que não se deve aceitar a primeira oferta em uma negociação. Como o time de negociadores do governo é muito experiente, já sabia que os servidores do BC poderiam rejeitar a primeira oferta. Logo, eles não seriam nem loucos e nem estúpidos o suficiente para apresentar o máximo possível já na primeira proposta;

2.Outras categorias que negociaram com o governo em 2005 já conseguiram um reajuste médio maior do que o de 5% oferecido ao BC. O INSS, por exemplo, foi contemplado com um reajuste médio de cerca de 7%. Os Correios rejeitaram uma oferta de 11% (8% em 2005 e 3% em 2006);

3.O Fleury disse, com todas as letras, que encaminhou DUAS PROPOSTAS DE PCS para a análise do governo. Uma mais modesta e a outra mais “suculenta”. A proposta mais modesta foi aquela apresentada pelo governo no dia 22 de setembro e rejeitada por unanimidade pelos servidores do BC. Qual é a segunda proposta de PCS que foi apresentada ao governo pela Dirad?

Essa é exatamente a pergunta que não quer calar, e o SINAL solicita ao diretor Fleury que ele responda de forma bem clara para todo o funcionalismo: qual é a segunda proposta de PCS que foi apresentada ao governo pela Dirad?

SINAL-RJ
 

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