Edição 34 - 28/03/2006

A resposta dos colegas à revista Veja

A quem gosta da verdade:

A revista Veja, edição nº. 1949, de 29.03.2006, em sua seção Radar, sob o título CPI dos Correios – Relatório Paralelo, publica nota na qual diz que três servidores do Banco Central – Paulo Eduardo de Freitas, Abrahão Patruni Júnior e Maurício Paulo Silva Furtado – estariam trabalhando na elaboração de relatório paralelo. A nota conclui: “O trio está trabalhando colado ao deputado petista Maurício Rands”.

Essa notícia, sem menção dos nomes dos servidores do Banco Central, foi publicada também na Veja on-line, citando que haveria aliciamento dos três servidores daquela autarquia para o mesmo fim do relatório paralelo.

Em nome da verdade, declaramos que essa notícia é absolutamente falsa.

Perguntamos: a quem responsabilizar pela falsa notícia que nos traz inúmeros danos?

Poderia um parlamentar fazer tal declaração, mesmo sem qualquer fato que lhe dê respaldo? Considerando que a ética não é comum a todos os políticos, achamos que, sim, seria possível. A divulgação de algo falso pode ser a sua única alternativa ao alcance de parlamentares incompetentes.

Poderia o jornalista publicar uma nota plantada, sem consultar os envolvidos? Onde está a ética jornalística? Aguardaremos a publicação de nota de retificação na mesma seção, na mesma posição, na mesma extensão, da revista Veja. Aguardaremos nota de retificação na Veja on-line, nas mesmas condições da publicação inicial.

Não sabemos a quem recorrer na busca da evidenciação da verdade. À Justiça, dirão alguns. Ora, a Justiça levará uns 10 anos para concluir alguma coisa. E aí de que adiantará? As perdas ocorrem imediatamente.

Tudo o que podemos dizer à exaustão é que a notícia é absolutamente falsa. Nunca elaboramos qualquer relatório paralelo na CPMI-Correios. Quem disse isso mentiu, porque é incompetente, é mau caráter, é canalha etc.

Brasília, 27 de março de 2006.

Paulo Eduardo de Freitas
Abrahão Patruni Júnior
Maurício Paulo Silva Furtado

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