Edição 41 - 25/04/2007

Na expectativa da reunião com o governo, funcionalismo realiza suas assembléias

 

O SINAL espera da reunião no MPOG uma proposta concreta e compatível com as expectativas do funcionalismo, que recomponha plenamente nossos salários em relação às carreiras congêneres.  

Quando decidimos retomar a mobilização da Campanha 2005, ficou claro para todos nós que este é o tempo.  O funcionalismo do BC entende assim e atendeu ao chamamento do SINAL para a retomada do movimento.  Esse foi um processo gradativo, mas que se tem consolidado nas últimas semanas, a cada paralisação decretada pelos servidores do BC em suas assembléias.  

Neste momento que pode ser um divisor de águas em nossas carreiras, o objetivo primeiro está centrado na recomposição salarial com as categorias congêneres.  Seus reajustes ultrapassaram em muito os 10% concedidos ao BC, sem outra justificativa que não a mudança dos "ventos orçamentários" à época.

O PAC vem aí, e nosso reajuste (para uma Campanha que, lembrem-se, ainda é a de 2005) periga ficar DOZE LONGOS ANOS congelado num índice que pode ser fatal para nossas vidas.  

É vital, portanto, para o sucesso desta mobilização em que nos engajamos unidos, que nos esforcemos por preservar essa unidade de todos os segmentos do funcionalismo e componentes administrativos – e manter a sincronia do movimento – todos ao mesmo tempo e com a máxima intensidade possível. 

O funcionalismo do BC não usa a greve à toa.  Quando o faz, porém, tem consciência de sua atitude, e coerência de pensamento. 

Os servidores têm hoje os olhos voltados para a reunião de seus representantes sindicais no MPOG, quando esperam do governo um comportamento condizente com sua expectativa numa proposta coerente com seu pleito de recomposição salarial. 

Não queremos mais enganos, tergiversações, postergação. Queremos ser tratados da mesma forma séria com que tratamos nossos interlocutores. 

Estamos em alerta permanente !

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