Edição 43 - 09/05/2007

SINAL tenta quebrar a intransigência do Governo

O Governo vem demonstrando total intransigência em não atender a justa reivindicação dos funcionários do BACEN. Está na hora do Presidente Gustavo, autor da proposta apresentada na Mesa de Negociação, fazer valer a importância do Banco Central e reabrir as negociações para atender o nosso pleito principal que é a antecipação dos prazos apresentados.

Mas como "seguro morreu de velho", o Sinal está enviando hoje à Brasília, uma força tarefa composta por dirigentes regionais, que irá à Câmara de Deputados contatar os deputados que compõem a Comissão Parlamentar de Defesa do Serviço Público, visando a intermediação de negociações com o governo.

Greve no BC mexe com o mercado financeiro

Em Brasília, sede do BC, a greve atingiu níveis nunca alcançados, com cerca de 90% de adesão, paralisando setores fundamentais como, por exemplo, o DEPIN (Dep. de Operações das Reservas Internacionais), que administra o fluxo de capitais estrangeiros. O DEBAN funciona precariamente com um contingente mínimo, o que o obrigou a transferir algumas tarefas para as regionais.

No Rio de Janeiro, todos os setores se encontram com o funcionamento profundamente afetados, como por exemplo: paralisação das remessas de numerário para o Banco do Brasil e rede bancária privada (MECIR); a Mesa de Operações se encontra em regime de contingência, o que pode resultar no atraso das operações e no fornecimento de informações para o mercado financeiro; e também se encontram paralisadas as áreas de: análise de processos, monitoração, qualidade de vida, administrativo, financeiro, adm. predial, dentre outras.

É importante mantermos forte a nossa paralisação, pois estamos chegando num momento de decisão.

Assembléia às 14h30m

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