Edição 73 - 22/06/2007

O desconto pecuniário dos dias em greve, caso seja aplicado, poderá acirrar os ânimos e contaminar nosso ambiente de trabalho

Esses poucos dias que ganhamos até a reunião de 26.06, devem servir para que ampliemos a percepção de todos sobre qual Banco Central queremos e qual tem que ser o papel da Diretoria do órgão nesse momento.

Como aceitar a penalização da grande maioria do funcionalismo do BC, se o próprio governo reconheceu que estávamos certos, ao nos propor uma nova tabela salarial? Ela teria sido concedida sem que nada fosse feito?

À alta direção do BC interessa uma instituição apaziguada, a que todos se sintam orgulhosos de pertencer, ou um Banco Central em conflito, onde os que lutaram para garantir condições dignas de trabalho sejam retaliados? Como podem nos ameaçar com um desconto sem base legal, apenas para que sirvamos de "exemplo" para o conjunto dos servidores públicos, inconformados com o congelamento salarial na próxima década?

Essa é a encruzilhada. Esse é o desafio. Não só para aqueles que se encontram ameaçados pelo corte no salário, que inclusive já aconteceu, mas, para todos os que se preocupam em preservar um ambiente de trabalho sadio e sem divisões no Bacen.

Você que é comissionado, compareça a reunião – 2ª f. – 25.06 – 11 hs – 24º andar

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