Edição 136 - 13/10/2008
O spread nas alturas – uma crônica do sistema bancário no Brasil
Maria Juliana Zeilmann Fabris
Resumo
A estabilidade econômica com baixo nível de preços obtida com o plano de estabilização econômica em 1994 não se fez acompanhar da necessária expansão do crédito e redução do spread bancário.
Inadimplência e taxa Selic foram as principais variáveis, respectivamente, na composição e na determinação do diferencial entre as taxas de captação e de aplicação dos bancos, além forte componente inercial.
A partir da comparação com países selecionados, observou-se que o Brasil não convergiu para o nível médio de spread praticado no mercado financeiro internacional.

