Reajustes dos Servidores – Notícias Divergentes: o Apito Brasil e o Correio Braziliense
A chamada de primeira página no Correio Braziliense (CB) de hoje, "SERVIDOR FICA MAIS LONGE DO REAJUSTE", preocupou vários colegas, devido às divergências entre os relatos e impressões dos sindicalistas e o teor da reportagem, referentes à reunião da bancada sindical com o Ministro Paulo Bernardo ontem, à noite. A propósito, o Sinal esclarece o seguinte:
a) durante o dia de ontem, o presidente do Sinal teve vários contatos telefônicos com o jornalista do CB, autor da citada reportagem;
b) por volta das 16h30, o Sinal recebeu de duas fontes credenciadas a informação de que o Ministro Paulo Bernardo havia se reunido com o Presidente da República, tendo este desautorizado qualquer alteração na implementação dos reajustes programados para os servidores, o contrário, portanto, do que vinham divulgando ao longo do dia, vários órgãos de imprensa, como a CBN, Globo e o próprio CB;
c) visto que o referido jornalista vinha trazendo reiteradas notícias em seu blog de que haveria mexida nos aumentos previstos na lei, o presidente do Sinal comentou a informação recebida de suas fontes (sem revelá-las, evidentemente) e sugeriu-lhe que checasse a informação;
d) atendendo à solicitação do repórter, logo que a reunião se encerrou, pouco depois das 21h, o presidente do Sinal fez-lhe um relato, com o mesmo conteúdo divulgado no Apito Brasil Extraordinário de ontem;
e) surpresos com as notícias veiculadas no blog do jornalista e no CB, hoje pela manhã, o assunto foi tratado em tele-reunião do Conselho Nacional, para reafirmar aos nossos dirigentes os informes que divulgamos, cujos relatos e impressões coincidem com as manifestações publicadas por outras entidades sindicais que estiveram presentes à reunião, como o Unafisco, a Anfip, o Sinait e o Sintbacen.
Corroborando o que divulgamos, segue o link para matéria da Folha Online divulgada às 16h24, da qual destacamos o seguinte trecho:
"Servidores
O governo descartou mudanças na programação de reajuste dos servidores para 2009 e 2010, o que terá um impacto de R$ 30 bilhões nas contas do governo somente neste ano.
"Temos um programa de reajustes para julho deste ano e do ano que vem. A decisão que tomamos é que não tem decisão sobre isso. Os compromissos estão mantidos. Caso haja uma deterioração expressiva na nossa receita, teremos de conversar novamente.""
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u537322.shtml)

