Edição 0 - 02/03/2011

Escolhido a dedo?

 

Paulo Lino presidindo Assembléia do SINAL-SP e ministrando curso, no MECIR, para os bancos privados

 

ESCOLHIDO A DEDO?

É lamentável ainda se ver no Banco Central coisas do tipo que aconteceram recentemente envolvendo Sede, Regional do Rio e de São Paulo.

Para viabilizar a vinda de Brasília do funcionário/engenheiro que seria o responsável pelas obras da nova sede do MECIR, na Gamboa (cais do porto no Rio de Janeiro) era necessária uma comissão de coordenador. 

No dia 8 de fevereiro passado, o então Chefe da Coordenadoria de Fiscalização e Suporte Administrativo do MECIR/GTSPA, Paulo Lino Gonçalves, foi informado, através de uma vídeo-conferência, que seu setor estava sendo extinto e sua comissão retirada e disponibilizada para o DEMAP/BSB.

Como vimos, o Chefe do MECIR, João Sidney de Figueiredo Filho, rapidamente solucionou a demanda: eliminou uma comissão do seu próprio departamento, em São Paulo, e a disponibilizou para o DEMAP/BSB. Para tanto, foi preciso, primeiro, a extinção da supra citada coordenadoria, pois ficaria muito evidente a simples retirada da comissão do Coordenador, tido por quem o conhece, como um chefe excelente e um dos mais dedicados na área de Fiscalização da Custódia de Numerários.

Nada contra o colega engenheiro, com certeza deve ser um bom profissional, mas em relação ao “planejamento estratégico” do Chefe do MECIR/RJ em disponibilizar a comissão do Coordenador da SUFIS/SP para um funcionário de BSB exercer um serviço temporário no Rio, e para tanto precisar extinguir um setor, não parece ter tido a competência como critério principal. 

Paulo Lino Gonçalves foi eleito pelos servidores como representante da categoria no Comitê Gestor do PASBC, como presidente do sindicato em São Paulo, além de ser membro do Conselho Nacional do SINAL.

E vale ressaltar, que apesar de ser presidente do SINAL/SP, Paulo Lino sempre cumpriu as atribuições de comissionado sem comprometer suas atividades no BC.

O que há por trás de tudo isso? Perseguição política? Perseguição pessoal?

Com a palavra, a Diretoria do BC.

Conselho Regional do SINAL Rio de Janeiro

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