Edição 403 - 30/07/2004

Paralisação a partir das 12h com Assembléia (Boletim nº 403)

PARALISAۂO HOJE

SEXTA-FEIRA

A PARTIR DAS 12H

(ASSEMBLIA ·S 12H)

GREVE NACIONAL DE ADVERTÒNCIA

NA PRàXIMA TER€A-FEIRA, DIA 03/8/04

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O GOVERNO QUER NEGOCIAR?

O funcionalismo do Banco Central tem demonstrado toda a paciˆncia do mundo perante as manobras protelat¢rias por parte dos representantes do governo na mesa de negocia‡äes.

Apresentamos uma pauta de reivindica‡äes … diretoria do BC. A bancada do governo relutou em receber essa pauta e trouxe propostas de reajustes ¡nfimos. O sindicato, demonstrando disposi‡Æo de negociar em nome dos servidores do BC, apresentou contra-propostas e, em todas as reuniäes, insistiu na defesa dos princ¡pios aprovados nas assembl‚ias para a atual campanha salarial.

A cada reuniÆo, a bancada do governo, usando sempre o batido e rebatido argumento do limite or‡ament rio, sinaliza com um avan‡o. S¢ sinaliza, porque na reuniÆo seguinte recua.

As t ticas usadas para desqualificar os representantes do funcionalismo sÆo as mais variadas, apesar de serem bem conhecidas: disseminar a divisÆo da categoria em segmentos a serem contemplados ou nÆo, colocar em d£vida a capacidade de o sindicato avaliar os n£meros envolvidos nas propostas, etc.

A conclusÆo a ser tirada dessa estrat‚gia nÆo pode ser outra:

O governo, conhecedor como ‚ das pr ticas sindicais e dos movimentos sociais, aposta que os funcion rios do Banco Central nÆoÿtˆm capacidade de se organizar como uma categoria e, assim, apesar da importƒncia da Institui‡Æo para a economia brasileira, pretende continuar a nos tratar como servidores de segunda classe.

O que o governo propäe ‚ um reajuste m¡nimo e ainda quer anular qualquer reivindica‡Æo salarial que possamos fazer at‚ meados de 2006.

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PORQUE VAMOS · GREVE

Chegou a hora de o funcionalismo do BC se conscientizar de que, na atual conjuntura pol¡tica e com o atual governo, somente sua afirma‡Æo como uma categoria unida ‚ que pode trazer melhores resultados para nossos sal rios.

O futuro de todos n¢s, sem distin‡Æo, seja de qualquer departamento, exercendo qualquer fun‡Æo, ativos ou inativos, est  sendo decidido nas negocia‡äes.

Influir nos resultados tamb‚m est  nas mÆos de todos n¢s, e de cada um de n¢s.

Mais uma vez, estamos vendo o nome do Banco Central sendo relacionado a escƒndalos pelos ¢rgÆos de imprensa. Mais do que nunca, n¢s servidores temos que nos manter unidos para mostrar … sociedade que somos a essˆncia da Institui‡Æo e que essa essˆncia se pauta pela integridade, pelo profissionalismo e pela dignidade.

 necess rio demonstrar ao governo que os servidores do Banco Central constituem uma categoria unida, que, apesar de evitar qualquer intransigˆncia, nÆo abre mÆo da sua dignidade e, definitivamente, nÆo aceita tratamento de segunda classe.

 por isso que vamos … greve.

Conselho Regional do SINAL-SP

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