Edição 32 - 03/04/2007

Se você tem dúvida quanto aos efeitos ruins do PAC, comece por esta notícia aqui:

 

Informa-nos hoje Djalma Oliveira, na Coluna do Servidor do jornal O Dia, no Rio de Janeiro:
 

"LIMITE PARA REAJUSTES – O Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, voltou a defender ontem, durante reunião ministerial, a limitação do crescimento da folha de pagamento da União à variação da inflação (IPCA) mais 1,5% de ganho real.

De acordo com o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, Bernardo afirmou que a a medida é "uma batalha política fundamental para o sucesso do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento".

O ministro do Planejamento acredita ainda que o percentual estabelecido pelo programa, que depende de aprovação no Congresso, seja razoável e garanta a recomposição dos vencimentos do funcionalismo e também abra margem para ganhos salariais, mas dentro de um processo razoável e controlável para o governo.

A declaração reafirma a política do governo de segurar os gastos com pessoal no segundo mandato, diferente do que aconteceu no ano passado, por exemplo, quando foram concedidos aumentos para diversas categorias.

Os sindicatos ainda tentam costurar apoios no Congresso para derrubar a limitação da folha de pessoal."  (grifos nossos)

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