Servidores reagem aos “recados” do governo e mantêm indicativo de paralisação em junho
As assembleias realizadas pelas Regionais do Sinal deliberaram por ações variadas em relação ao indicativo de paralisação ainda em junho, como forma de pressão ao comportamento dúbio da atual gestão do Executivo. Apesar de manter o diálogo das mesas de negociação, o governo utiliza, agora, os meios de comunicação para tentar “ganhar” a opinião pública contra os servidores federais.
O resultado já pode ser visto com a opção imediata de algumas categorias pela greve, a exemplo do funcionalismo do Itamaraty e outros cinco ministérios(matéria abaixo), conforme noticiado hoje pelos jornais.
O Apito Brasil decidiu por editar as notas das Regionais mantendo praticamente a forma original dos envios. Apesar de uma ou outra divergência de opinião, a maioria decidiu por assembleias permanentes, paralisações imediatas e a partir das datas indicativas de 21 e 28 de junho.
Veja as propostas colocadas em votação e as deliberações das Regionais do Sinal.
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Belém A Assembleia Extraordinária aprovou:
1. Assembleia permanente, a partir de 18 de junho. 2. Paralisação total em 21 de junho, com assinatura de ponto e votação de indicativo de greve a partir do dia 28 de junho, caso não haja proposta do Governo. 3. Criação de Grupo de Trabalho para formatação de um Fundo de Greve. |
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Depois de uma assembleia histórica – o maior nível de adesão das regionais do Bacen – realizada no último dia 30, em que o BC-BH ficou praticamente parado por toda a manhã e que mostrou bem o nível de engajamento de todos, filiados e não filiados, a assembleia de ontem, 18. Com 127 assinaturas na lista de presença, a assembleia de BH decidiu, com os seguintes quantitativos de votos favoráveis, contrários e abstenções, respectivamente: . Adoção do estado de assembleia permanente (76/0/2); . Manter a paralisação, conforme decisão da AGN de 30 de maio (10/64/6); e, . Não apreciar indicativo nacional em assembleia na Regional, até que o Sinal consiga se organizar em torno de um calendário unificado, com indicação de uma paralisação de 24 horas no Banco Central em todo o País (77/2/4). Em telerreunião desta noite, de avaliação e definição dos próximos passos da campanha, o Conselho Regional do Sinal-BH levará os sentimentos e as decisões da assembleia regional, com vistas a – finalmente – atingirmos um cronograma unificado de atuação nesta campanha salarial. 1. Adoção do estado de assembleia permanente. |
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Aprovadas: Assembleias conjuntas com Sindsep (já é com Sintbacen). Em votação bem dividida, votou-se novamente, mas o resultado não ficou evidente para todos. O Sinal-DF resolveu abrir mão defender a votação contra as assembleias conjuntas; Reprovado: Rodízio na condução (ficará sempre a cargo do Sinal). Reprovada: Assembleia em 21 de junho. Aprovada: Mobilização em frente ao MPOG na tarde de 28 de junho. Palestra sobre evolução salarial, marcada para 21 de junho. |
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Apesar da intensa chuva na cidade, 38 colegas, reunidos no Espaço Lanchonete, decidiram: 1. Assembleia permanente a partir do momento da reunião de ontem. 2. Proposta de paralisação para o dia 21 de junho (33 votos a favor, três contras e duas abstenções), e, para o dia 28 (36 a favor, e duas abstenções). 3. Aprovada a criação de Fundo de Paralisação para Greve, por unanimidade, e criação de Comissão de Greve. 4. Foi passada a presidência do Sinal Curitiba para Tyrso Meirelles, no período de 18 de junho a 13 de julho, por motivo de viagem do presidente, Miguel Vargas. 5. Foram sugeridas atividades nos dias de paralisação, como palestras de temas variados.
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A AGN, realizada das 10h às 11h30, contou a presença de 46 colegas. Após os informes, aprovamos que NÃO faríamos paralisação o dia todo na forma deliberada anteriormente. Além disso, foi aprovado: 1. Estado de assembleia permanente a partir de hoje com mobilizações (que poderão ser paralisações) nos dias 21 e 28 de junho. 2. Criação de um grupo de estudo, pelo Sinal, para viabilizar a criação do fundo de greve.
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Os 19 colegas presentes decidiram por unanimidade convocar nova assembleia para o dia 20 de junho para avaliar o indicativo do CN. |
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Com a assinatura de 89 servidores, entres os quais 8 aposentados, a AGN foi aberta às 10h com os pronunciamentos do Presidente Nacional do Sindifisco, do Presidente da Anfip e da Vice-Presidente do Sindifisco Regional. A Assembleia aprovou paralisação para os dias 21 e 28 de junho e a recomendação para que futuras assembleias fossem realizadas fora do prédio do Banco, não mais usando equipamentos do BC. Foi a maior assembleia dos últimos anos.
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A assembleia, com a presença de aproximadamente 300 pessoas, aprovou com apenas duas abstenções e nenhum voto contrário, realizar um dia de paralisação, por semana, com ponto assinado (operação tartaruga), não atendendo telefonemas de trabalho e não ligando o computador para trabalhar para o Banco. A ideia é causar dificuldades para o governo. O Sinal ficou de contatar o pessoal do Desuc e Desup sobre qual a melhor maneira da fiscalização fazer operação padrão com as instituições financeiras. O Rio já tinha aprovado na última paralisação a assembleia permanente, com nenhum voto contrário. A assembleia foi conjunta, com servidores da Susep e CVM. Pelo Bacen, 183 servidores assinaram a lista de presença. Registra-se que os servidores do Demab pediram mais radicalismo nas ações. Ao contrário de paralisação de um dia por semana, sugeriram paralisações diárias. O Sinal-Rio também criou um grupo para analisar e fazer um quadro dos setores onde se poderia fazer operação padrão. Foi comunicado que o Sinal Nacional pretende fazer um estudo sobre o fundo de greve. Na quarta-feira, 20, o Sinal participará da caminhada dos professores que irá da Av Presidente Vargas até o Aterro do Flamengo, uma das áreas da Conferência Rio+20. A Regional pretendia, junto com as demais entidades, fretar um avião para ir ao badernaço de 28 de junho, entretanto, decidiu-se o envio de representante a Brasília para nova paralisação regional no mesmo dia e apresentar a proposta às demais regionais. A Assembleia terminou ao meio dia, com o pessoal disposto a ir além. Alguns colegas, inclusive, foram embora para casa.
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Realizada entre 9h e 12h, a AGN contou com a participação de 36 servidores, que assinaram a lista de presença. Foram passados informes acerca da campanha salarial, sendo deliberado: 1. Suspensão do indicativo de paralisação a partir do dia 18 de junho e aprovação de Assembleia permanente a partir desta data (por unanimidade). 2. Que o movimento programado para os dias 21 e 28 de junho somente seja realizado caso haja uniformidade de ações encaminhadas pelo Conselho Nacional (19 votos a favor e duas abstenções). 3. Aprovação do indicativo do Conselho Nacional para realização de estudo acerca da criação de fundo de greve (15 votos a favor, dois contra e três abstenções). 4. Levar ao Conselho Nacional indicativo de realização de operação padrão (16 votos a favor e quatro abstenções).
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A AGN contou a assinatura de 196 servidores na lista de presença. Foram deliberas as propostas: 1. Assembleia Permanente (aprovada por unanimidade). 2. Paralisação de 24h nos dias 21 e 28 de junho (aprovada por 155 votos a favor, quatro contrários e nove abstenções). 3. Ainda com relação aos dias 21 e 28, se o ponto deveria ser assinado ou não (colocadas em votação, uma contra a outra, a proposta de não assinar o ponto foi aprovada por 108 votos, contra 36 votos a favor de assinar o ponto, e 18 abstenções). 4. Assembleias todos os dias, a partir das 14h (aprovada por 121 votos, 15 contrários e 13 abstenções). 5. Ir embora depois das assembleias (aprovada por 74 votos, 53 votos contrários e 24 abstenções). 6. Quanto a ir embora a partir de ontem, 18, ou a partir do dia 22 de junho (colocadas em votação, uma contra a outra, a proposta de ir embora a partir do dia 22 foi aprovada por 65 votos, contra 25 votos a favor de ir embora a partir de hoje, e 50 abstenções).
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