SE EU FALAR…

    Pois é amigos, por favor não me perguntem o que eu penso dessas senhoras (?!) ou desses senhores (?!) que atiram bebês em lagoas ou em rios, que os largam em latas de lixo, em calçadas, que chutam carrinhos de bebês escada abaixo, matando-os, que arremessam crianças contra veículos que transitam pelas ruas, ou babás que torturam idosos e mesmo crianças, etc e tal.Por gentileza, não me perguntem como julgo certos advogados e/ou psicólogos e psicólogas, e também eventuais teólogos que se apressam em sair em defesa daquelas senhoras (?!) e/ou senhores (?!) manipulando vocabulário técnico, mergulhando em conceitos com que talvez nem Freud concordasse, nadando contra a corrente para serem, quem sabe, notados como “diferentes”, como os únicos que conseguem enxergar o que nós, pobres mortais, em nossa indignação, em nossa revolta, humanos que ainda somos, repudiamos veementemente.Por favor, não me perguntem mesmo o juízo que faço de pessoas emproadas, que na TV, no rádio, nos jornais, ou na internet, nos chamam de simplórios em nosso julgamento, em nossa indignação, pretendendo elas ser donas de uma verdade cruel, desumana, anti cristã, escudando-se com discursos que defendem agressores covardes como se seus atos  condenáveis pudessem ser justificados apenas com expressões como “desequilíbrio emocional momentâneo”, ou “ato falho”, etc.São certamente os mesmos e as mesmas que vivem a ditar regras sobre como educar crianças nesta modernidade enferma e ensandecida. Esta modernidade que tem gerado verdadeiros monstros que assassinam os próprios pais, ou pais que torturam e matam suas crianças, talvez, ou sempre, em algum… “desequilíbrio emocional momentâneo”…Não, amigos, por favor, não me perguntem nada porque se eu falar o que penso, na minha modesta formação de 70 anos na escola da vida, por tudo que aprendi, que vivenciei, que ousei ensinar, com certeza não sairia nada agradável e talvez eu viesse a me arrepender de o fazer. Eu poderia esquecer que sou bem educado, que jamais baixo o nível nas atitudes ou nas palavras, que nunca parto para ofensas, que tenho nesta internet um nome a zelar pelo trabalho que nela desenvolvo há anos com amor, com dedicação, escrevendo, lendo e aprendendo sempre, eu que jamais desagreguei, que sempre procurei somar e construir. Então, por favor, não me perguntem nada, pois se eu falar…..

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