Edição 005 - 11/01/2022

CAINDO NA REAL

É óbvio que a Receita Federal faz muito mais coisas do que parar caminhões!

Mas você viu alguém da imprensa noticiar qualquer outro fato específico além disto?

Ninguém também se ilude quanto ao fato de que, em uma sociedade capitalista, a preocupação da cúpula econômica e política do país está focada muito mais na produção econômica do que, demagogias à parte, no bem-estar dos trabalhadores.

Neste momento, o direito de greve por reajuste salarial dentro de nossa data-base, uma vez garantido o mínimo de atendimento ao público conforme estipulado em lei,  é legalíssimo!

O que está claro é que nada andará sem, no mínimo, um calendário de ações efetivas que endosse as nossas posições.

Não há qualquer dúvida de que a Receita Federal receberá alguma coisa.

Quem garante isto são os “donos” dos caminhões parados e os políticos que vivem do apoio destes mesmos “donos”.

Mas quem pressionará pelos Servidores do Banco Central?

A Diretoria Colegiada, agora blindada pela autonomia dos seus mandatos, também opera em nível político e desta forma pode ser sim sensibilizada a defender a Categoria para não ser exposta politicamente.

Por isto, nada acontecerá sem  algo que demonstre a nossa determinação em ver os nossos problemas efetivamente discutidos e encaminhados para uma solução.

O quadro externo nunca esteve tão favorável para esta mobilização como agora:

Contamos com a sinergia de uma ação conjunta com outras Categorias profissionais;

A manifesta injustiça da atitude do Governo Federal ao promover a quebra da isonomia;

E, por fim, o aprofundamento das questões como a instalação de um novo Plano de Cargos e Salários, os 28,86% e demais assuntos caros à Categoria passam imprescindivelmente por um ato que demonstre a nossa capacidade de pressionar uma interlocução da Diretoria do Banco com a Categoria.

Nós temos a possibilidade de fazer as nossas paralisações dentro de um quadro de organização e responsabilidade, com a participação tanto de Servidores Comissionados quanto não-Comissionados, pois defendemos, acima de tudo, a exigência do reconhecimento de nossa cidadania e de nossos direitos como Servidores Públicos.

Cidadania não se conquista com covardia, mas com a coragem de lutar pelos nossos direitos.

Participe da Paralisação do dia 18!!!

 

ATÉ QUANDO?

O gráfico ilustra a defasagem salarial em relação ao patamar de julho de 2010, considerando as três parcelas de reajuste de 5%, concedidas em janeiro de 2013, 2014 e 2015, as parcelas de 5,5%, em agosto de 2016, 6,98%, em janeiro de 2017, 6,64%, em janeiro de 2018, e 6,31%, em janeiro de 2019, conforme acordos celebrados com o governo.Ressalta o corrosômetro a estimativa1  da perda salarial acumulada de agosto de 2010 a outubro de 2021, em termos de quantidade de salários atuais, deixados de receber no período.1 Somatória das defasagens salariais (incluem as do 13º salário) calculadas em cada um dos meses do período, corrigidas pela variação do IPCA acumulado até outubro de 2021.

19 de novembro de 2021.

 

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