Edição 192 – 31/10/2019

O que Campos Neto tem a dizer?


As duas últimas edições do Apito Brasil (relembre aqui e aqui) repercutiram o receio dos servidores do Banco Central diante de uma possível desvalorização, com inclusão no “carreirão” e fim da estabilidade, por meio da proposta de reforma administrativa do governo. “De que vale a autonomia para uma instituição desvalorizada?”, questionou o informativo 191 desta quarta-feira, 30 de outubro.

Em face da especulações sobre o que foi gestado no Executivo e os impactos disso para a Autarquia e seu corpo funcional, cresce a inquietação em todo o país. É hora de a direção da Casa, na figura do presidente, Roberto Campos Neto, vir a público apresentar esclarecimentos e firmar o compromisso de lutar para que seja reassegurada ao efetivo da Autoridade Monetária a devida relevância, compatível com sua atuação estratégica para o Estado.

O prognóstico é de mais um duro enfrentamento em que será importante, além, é claro, da mobilização dos servidores, um posicionamento consistente por parte da Administração do BC, de forma a impedir a depreciação da categoria e do serviço, assim como os prejuízos futuros dela decorrentes.

Frente ao panorama que se vislumbra, queremos saber: o que Campos Neto tem a dizer?

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