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A jornada de trabalho, o controle de frequência e o respeito que os servidores do BCB merecem
A jornada de trabalho dos servidores do Banco Central do Brasil e tudo o mais que a cerca, sempre esteve entre os temas de constante preocupação do Sinal, presente em todas as pautas de reivindicações entregues à direção da Instituição.
A Assembleia Nacional Deliberativa (AND), de 2017, deliberou, e a categoria ratificou em Assembleia Geral Nacional (AGN), que o Sinal buscasse “instituir jornada semanal de 30 horas, com 10 horas de sobreaviso” e “adotar jornada corrida de 7 horas”, além de outras pretensões correlatas, como banco de horas e teletrabalho.
Em 13.6.18, veja o Apito Brasil nº 102, o Sinal, em reunião com a diretora de Administração, Carolina de Assis Barros, a respeito do controle de frequência, destacou que a modalidade “considerada retrógrada por uma série de especialistas, conflita com novas dinâmicas de jornada laboral como, por exemplo, o teletrabalho”. Segundo o BCB...
