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Por Sinal 54 e Sinal Plural 25
GREVE
Dia 28 o Banco Central vai parar
Na AGN de ontem o servidor do BC disse sim à greve no próximo dia 28, em protesto contra a reforma da previdência e a retirada de seus direitos!
Motivos não faltaram aos participantes. Um colega do concurso de 2006 informou que a inclusão no cálculo da média dos 20% menores salários derruba o benefício em 15%, um dia por semana da aposentadoria até o final da vida; outro, mais antigo, lembrou que trabalhar até os 65 anos, e além, fere em muito as atuais regras; já uma colega observou que para as mulheres mais jovens uma penalização de até 19 anos a mais de contribuição pode ser imposta pela proposta oficial; e um bom filho contou que a mãe vive de aposentadoria de salário mínimo mais a pensão deixada pelo pai, de três salários. Se o pai vivo estivesse, como era do desejo de todos, e viesse a óbito depois da reforma, ela teria que optar entre o seu salário mínimo e metade da pensão do marido.
O PASBC É NOSSO E PRECISA DE VOCÊ!
Você sabia que nos dias 26 e 27 de abril de 2017 ocorrerão as eleições para escolhermos os novos representantes dos beneficiários para o Comitê Gestor e Conselho Fiscal do PASBC?
Para as vagas no Comitê Gestor, o CN recomenda votos em Maria Juliana Fabris (Porto Alegre), Liana Ribeiro dos Santos (Rio de Janeiro) e Luciana Lira Sciotta (Rio de Janeiro). Para o Conselho Fiscal do Programa, a indicação de voto é em José Ribamar Santos Barros, Conselheiro Fiscal do Sinal.
Em reunião com parlamentares, lideranças sindicais solicitam apoio no enfrentamento às reformas previdenciária e trabalhista
Daro Piffer destacou que o substitutivo apresentado pelo relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS/BA), afeta, ainda mais, os servidores públicos, na medida em que “endurece” as regras de transição para a aposentadoria no setor. “Mais uma vez, o governo nos faz de bode expiatório para sustentar o discurso de cassação de privilégios”, afirmou.
Como proposta de encaminhamento à luta, o presidente nacional do Sinal foi taxativo. “Não vou tergiversar. O que precisamos é de dez votos contrários de senadores do PMDB à reforma”, concluiu.



