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Agora vai?
Com a nomeação das comissões permanentes da Câmara dos Deputados, é hora de pressionar pelo andamento do PL 4254/15, que trata, entre outros dispositivos, do reajuste das carreiras do Banco Central do Brasil.
Tanto o Fórum dos Servidores Federais como o Fonacate programam agendas comuns no Congresso para, ao lado de combater o PLP 257/16, procurar dar celeridade à tramitação dos projetos de lei remuneratórios.
Mas a atividade do Sinal não se resume a essa frente de combate.
Palavra do Filiado
Foi com surpresa e incompreensão que recebi a notícia do tema “A autonomia profissional e a valorização do servidor do Banco Central” pautado para a próxima AND. Gostaria, portanto, de dois esclarecimentos: a) por que a Autonomia do Banco Central não será discutida?; e b) o que vem a ser “autonomia profissional” em nosso contexto? Aproveito para sugerir que o Sinal volte a auscultar seus representados sobre Autonomia do Banco Central do Brasil.
Max Meira, de Brasília
Banco Central do Brasil, órgão de Estado a serviço da sociedade
O Conselho Nacional (CN) do Sinal definiu também os quatro temas para discussão na AND: “A autonomia profissional e a valorização do servidor do Banco Central”; “O Banco Central do Brasil, desenvolvimento nacional e o atendimento às demandas locais da sociedade”; “A ampliação da participação dos filiados” e “Campanha negocial (política salarial, gestão do trabalho e QVT) pauta de reivindicações e formas de mobilização”.
BC descumpre ordem judicial
Em outubro de 2015, decisão liminar do Tribunal Regional Federal da Primeira Região garantiu aos servidores que ingressaram no Banco Central após 4 de fevereiro de 2013 - e já detinham cargos públicos em outras esferas, bem como oriundos das forças armadas, polícia militar, civil e corpo de bombeiros do DF, que não interromperam vínculo anterior para assumir cargo na carreira de Especialista - a opção pela manutenção do regime próprio de previdência do servidor público.
Servidores federais preocupados com reajuste salarial
A indefinição do cenário político e a “paralisia” da Câmara dos Deputados têm preocupado os servidores públicos federais. Com as atenções voltadas ao processo de impedimento da Presidente da República e a incerteza sobre um futuro governo, existe o temor quanto à efetivação dos reajustes salariais.

