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Alô, parlamentar, rejeite o PLP 257/2016
Mais uma ferramenta na luta contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016 - que trata do refinanciamento das dívidas dos estados mediante contrapartidas altamente nocivas aos servidores de todo o país -, o Sindicato promove a campanha “Não ao PLP 257” no Portal Sinal..
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Palavra do filiado
Não ao PLP 257/2016 unifica servidores de todo o Brasil
Dezenas de representações de servidores federais, estaduais e municipais unidas num objetivo: impedir a precarização e o desmanche do serviço público propostos pelo PLP 257/2016, que exige contrapartidas dos estados em troca da renegociação de dívidas com a União.

Durante a tarde, servidores se concentraram na Câmara dos Deputados, onde ocuparam o Salão Verde e abordaram os parlamentares, alertando sobre os riscos de uma possível aprovação da medida.
Carreiras de Estado questionam MPOG sobre falta de tratamento isonômico
Recebidos pelos assessores da SEGRT, Vladimir Nepomuceno e José Borges, os dirigentes sindicais reforçaram o clima de insatisfação de suas carreiras após os acordos diferenciados com servidores da Receita Federal e da carreira jurídica.
Daro Piffer manifestou preocupação com a acentuação da defasagem dentro do Banco Central. “A diferença entre procuradores e analistas, que hoje está em torno de 5%, deve chegar a 12% em 2019, devido ao bônus concedido. E o governo não parece disposto a, ao menos, atenuar esta disparidade”.

Diga não ao PLP 257/16 você também
O Sinal preparou uma página para envio aos parlamentares do seu Estado da carta dirigida à Câmara federal, alertando dos riscos de a medida governamental ser aprovada na casa.
Palavra do filiado
Entre o elogio e o insulto. É fato que a manifestação de Rosenberg [N.E.: Refere-se ao Apito Brasil nº 46] em nada difere do que sempre se soube desta casa: Um quadro submisso e acovardado. Obediente como militares à autoridade superior. Mas acontece que não somos militares e devemos cumprir a lei e não as ordens dos “superiores”. É nesse cenário que entram os despachos sob encomenda superior, que refletem a falta de uma mínima autonomia profissional. É claro que depende do chefe, mas isso não é garantia de nada. Coincidentemente, vem bem a calhar afirmação do advogado geral da união, ontem na televisão, dizendo que a Dilma apenas assinou o que os “técnicos” recomendaram e disseram que era legal. (Se é assim, os técnicos é deveriam responder processo.) Nós bem sabemos que era despacho encomendado....
Paulo de Toledo, de São Paulo.
