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Bônus (ou ônus)?
Há informações no sentido de que o Governo pretende implementar um "Bônus de Produtividade", ou algo assemelhado, para servidores da ativa de destacadas Instituições do Serviço Público Brasileiro (o BCB aí incluído), visando o incremento da efetividade de tais Instituições, porém quebrando, assim sendo, a Paridade entre os vencimentos de Servidores da Ativa, Aposentados e Pensionistas.
Redução da jornada de trabalho: o que o Sinal tem a dizer sobre isso?
Ao final do dia de ontem, o Depes comunicou aos servidores do Banco Central do Brasil (BCB) a divulgação da Nota Técnica nº 40/2015/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP. Como então explicado, a SEGEP (Secretaria de Gestão Pública do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) viabiliza, por meio dessa Nota, a possibilidade de redução da carga horária de trabalho para algumas categorias sob o regime de dedicação exclusiva. A Nota se fundamenta na Medida Provisória nº 2.174-28, de 24 de agosto de 2001. Ao término do Comunicado, o Depes sinaliza que deve providenciar a formalização dos procedimentos para que o servidor tenha essa opção na sua relação de trabalho com o BCB.
A posição do Sinal em relação à redução da jornada de trabalho é a de que ela não deve vir acompanhada de redução na remuneração.
Esse tipo de posicionamento não é fortuito.
A quem interessa a manutenção da paridade?
A todos os servidores do BCB, sejam da ativa ou aposentados (e, ainda, a pensionistas).
ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA DE DEFENDER A PARIDADE!
REALINHAMENTO JÁ, PARIDADE SEMPRE! Uma Campanha do Sinal-RJ
Aposentados debatem a campanha salarial
Ontem na Abace, os dirigentes do Sinal esclareceram que o governo ainda não apresentou proposta para os especialistas do Banco Central. E que o sindicato não trabalha na construção de qualquer proposta que possa configurar quebra de paridade entre ativos e aposentados por esse regime.
Quanto vale o realinhamento?
Os especialistas e procuradores filiados ao Sinal já podem conferir qual seria a tabela salarial de um BCB alinhado.

