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Mal deu para respirar
Quanto à alegada recuperação do poder aquisitivo, mal teve tempo o servidor para respirar e aproveitar o patamar salarial conquistado, em jul/2010, à custa de muita luta e seguidas paralisações do funcionalismo, como a greve de 51 dias, em 2007, a mais longa que essa casa já viu.
A constatação irrefutável é que o poder aquisitivo de nossos salários, salvo alguns soluços, vem sendo sistematicamente dilapidado pelo governo, embora seus discursos falaciosos tendam a distorcer a verdade, valendo-se de índices e períodos que interessam apenas ao seu lado, o do governo.
O passado de perdas nos recomenda cautela, não devemos acreditar, inocentemente, no futuro virtuoso que nos apresentam.
Seja bem-vindo, novo servidor do BC!
O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central dá boas-vindas aos colegas que hoje tomam posse e reafirma o compromisso de trabalho incessante pelos interesses dos servidores e a construção de um Bacen a serviço da sociedade. Há 26 anos, o Sinal consolida seu papel de vanguarda na representação sindical por meio de diversas iniciativas e forte articulação política.
Nossa homenagem
Uma importante vitória foi alcançada pelos 300 colegas que hoje chegam ao Banco Central do Brasil. Em sua homenagem, oferecemos a clássica história de Heródoto sobre a vitória de Ulisses e os 300 de Esparta, contra a invasão da antiga Grécia.
Vem pra rua!

Na próxima quarta-feira, 22 de julho, milhares de servidores tomarão novamente a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A grande marcha à capital federal, promovida pelo Fórum dos SPF, tem o objetivo de mostrar ao governo a unidade do serviço público e pressionar pelo atendimento à pauta unificada. O Sinal será representado no evento por membros de todas as regionais e da Diretoria Executiva Nacional.
A realidade por trás dos números
A recente intervenção da direção do Banco Central do Brasil (BCB) no processo negocial da categoria com o Governo faz parecer que suas atribuições mais típicas correm em um mar de tranquilidade. As notícias nos jornais e as informações que obtemos nos próprios canais de comunicação da instituição não parecem corroborar isso.
