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Comissão Especial da Câmara aprova PEC 147/2012
Sessão, nesta quarta-feira, 10, também aprovou PECs 391/2014 e 443/2009

Mauro Benevides, Luís Carlos Paes de Castro e Amaury Teixeira
Nesta quarta-feira, 10, na Câmara dos Deputados, obtivemos uma grande vitória, avançando um pouco mais na nossa caminhada “rumo ao topo do executivo”. A Comissão Especial da Casa, destinada a analisar a PEC 147/2012, de autoria do deputado Amaury Teixeira (PT/BA), que “fixa parâmetros para a remuneração dos ocupantes de cargo de nível superior do Banco Central do Brasil, da Comissão de Valores Mobiliários, da Superintendência de Seguros Privados e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar”, carreiras do sistema financeiro, aprovou relatório do deputado Mauro Benevides (PMDB/CE).
PEC 170/2012: aposentadoria integral por invalidez é aprovada em primeiro turno na Câmara
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, 10 de dezembro, em primeiro turno, a PEC 434/2014, apensada à PEC 170/2012, que garante e unifica as regras de aposentadoria integral por invalidez ao servidor público. Ambas as matérias são de autoria da deputada Andreia Zito (PSDB/RJ).
URV – RPVs Emitidas
Entrega de brinde de final de ano aos filiados
Conselho Gestor da Fenafirc se reúne em Brasília
Em pauta, registro e atuação política da federação, além de filiação à Confelegis

Na última quinta-feira, 04 de dezembro, membros do Conselho Gestor da Federação Nacional dos Servidores dos Órgãos Públicos Federais de Fiscalização, Investigação, Regulação e Controle (Fenafirc) se reuniram, em Brasília. Em pauta, o registro legal da entidade, a elaboração de um plano de atuação política e a filiação à Confelegis. O presidente nacional do Sinal, Daro Piffer, na condição de membro do Conselho, representou o sindicato na ocasião.
Ciclo de palestras na UnB debate modelo econômico e dívida pública
Seminário Sinal-RJ: Perspectivas econômicas no Governo Dilma 2. Quais os caminhos possíveis para a ação sindical?
Este ano de 2014 não trouxe as manifestações de rua de 2013, talvez por uma diminuição de mobilização devido à repercussão negativa dos conflitos e depredações oriundos de grupos minoritários, mas suas demandas permearam o processo eleitoral nacional mais recente. Essas demandas das ruas em 2013 recaíram de forma não muito estruturada e dirigida sobre os serviços públicos, ainda insuficientes para atender aos milhões de cidadãos ainda alijados de atendimento de saúde adequado, de ensino de boa qualidade ou de oferta de transporte público e saneamento básico minimamente aceitáveis.
