Servidores sem aumento
A posse do ministro Guido Mantega nÆo foi nada animadora para os servidores e os trabalhadores que dependem do sal rio m¡nimo. O aumento do funcionalismo e do sal rio m¡nimo nÆo serÆo discutidos nos primeiros meses do governo PT. O m¡nimo, que est com recursos garantidos no Or‡amento Geral da UniÆo para subir de R$ 200 para R$ 220, s¢ ser analisado em abril. ”Ser uma decisÆo pol¡tica deslocar verbas de outras rubricas para aumentar o salario m¡nimo para R$ 240”, definiu o ministro. ”NÆo cabe a mim definir aumento do sal rio m¡nimo.” O aumento do funcionalismo deve ficar mesmo nos 4% nÆo lineares at‚ que os sindicalistas sejam chamados para discutir as carreiras espec¡ficas do funcionalismo.
”NÆo ‚ meu objetivo sacrificar o funcionalismo, mas eles fazem parte do governo e terÆo de compartilhar as dificuldades que todos estamos passando.”
Durante as vota‡äes das Medidas Provis¢rias enviadas pelo ex-presidente Fernando Henrique para o Congresso, muitas categorias nÆo foram beneficiadas com a promessa de que o governo negociaria com cada um a partir de janeiro. Quando questionado sobre esse compromisso que o PT assumiu com os servidores, o ministro afirmou que vai honrar. ”Se o partido prometeu, entÆo vamos ter de cumprir”, retrucou. Por‚m, at‚ agora nÆo h reuniäes marcadas.
Cada minist‚rio ter um mˆs apenas para rever o quadro de pessoal e apresentar ao ministro Guido Mantega qual a real situa‡Æo de cada reparti‡Æo. Muitos concursos p£blicos foram aprovados no final de 2002, mas somente o dos fiscais do INSS ser autorizado. ” preciso rever onde est precisando de pessoal e onde nÆo est ”, declarou Mantega.
Fonte: Correio Braziliense 09/01/03

