Edição 93 - 26/11/2007

Garantir as conquistas do acordo e avançar na equiparação com a Receita Federal

Depois de vários meses perseguindo um nível salarial compatível com nossa responsabilidade profissional, chegamos ao momento decisivo, de assinatura do acordo salarial.

Poderia ter sido melhor? Sim, poderia ( e deveria).

Mas para isso, caros colegas, teríamos de ter tido ao nosso lado a instituição BANCO CENTRAL DO BRASIL, assim como tiveram os funcionários da Receita Federal e da Polícia Federal, que contaram com o apoio de suas direções.

Como exemplo, na última 6a.f, dia 23/11, no MPOG, enquanto o SINAL estava reunido com o Secretário do Ministério do Planejamento, Sr. Duvanier Paiva, na sala ao lado acontecia uma reunião para tratar do reajuste da Receita, com a presença, simplesmente, do Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, que lá estava defendendo o seu quadro funcional. Que diferença.

A verdade é que lutamos sozinhos contra o "jogo político palaciano" e contra o "autismo institucional", que do alto de sua "excelência" não se dignou a utilizar sua influência em favor dos funcionários da sua instituição.

Por isso, tivemos que contar com nossas forças. Por isso, para nós, a palavra unidade é um elemento decisivo, não se tratando de um mero recurso de discurso.

Infelizmente, nos últimos dias, temos visto algumas manifestações de divisão em nossas fileiras, fruto do desgaste resultante do enorme esforço que fomos obrigados a realizar para chegar onde chegamos, pois sem o apoio da alta direção, que só se preocupa com os interesses do mercado financeiro, nem sempre é possível obter conquistas que atendam a todos.

Ativos e aposentados, analistas e técnicos, comissionados e não comissionados, todos estamos no mesmo barco e não podemos nos permitir "remar contra a maré". Os adversários são outros, como já dissemos: "o jogo político palaciano" e o "autismo institucional" .

Chegou a hora de decidir. Agora não dá para vacilar. Não podemos abandonar o que se conquistou a duras penas, pois isso seria negar toda a nossa luta.

Por outro lado, está para acontecer um novo fosso salarial com a Receita, e como já se comenta, também com o Ciclo de Gestão, CVM e SUSEP. O SINAL lutará para garantir a inclusão, no texto do acordo, de uma cláusula que garanta a constituição de um GT de revisão do nosso PCS, tendo a Receita Federal como paradigma.

Daqui a pouco, às 15 hs começa a reunião no MPOG. É fundamental garantirmos o reajuste conquistado e a aplicação de seus efeitos financeiros, o quanto antes, e, conjuntamente, estabelecer as condições para a equiparação que nos é devida.

Esperamos que isso se dê por "acordo", pois se nos negarem um direito já reafirmado (Informe DIRAD, de 26.04.07), não tenham dúvida: Vamos arrancar com determinação aquilo que nos pertence!

Nossa força é a nossa união.

Hoje, 15h reunião no MPOG para tratar do Acordo Salarial

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