Edição 81 - 06/06/2008

Não recuaremos!

Todos sabemos que uma campanha enseja muitas reuniões, contatos, assembléias, paralisações pontuais e greves.  Enfim, é como um planejamento tático de guerra.

De nossos contatos, que incluem informes de entidades em negociação, e reuniões desses sindicatos no SINAL, obtivemos informação que muito nos preocupa: o MPOG estaria insistindo na hipótese de oferecer aos servidores do BC a mesma tabela já fechada com o Ciclo de Gestão.  Tabela essa que, inclusive, teria sido rejeitada pela Direção do Banco Central.

Para nós, isso é INACEITÁVEL!

Nossos pleitos:

a) implementação RETROATIVA do acordo fechado em 13.06.07 e formalizado em 26.11.07;

b) equiparação dos salários da Carreira de Especialista – Analistas e Técnicos do Banco Central – àqueles oferecidos aos Auditores Fiscais e Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil; e

c) transformação da forma de remuneração em subsídio.

Três pontos: três metas das quais não abrimos mão.

Historicamente, o BC sempre esteve no mesmo patamar remuneratório da Receita.  Perguntamos: por que essa mudança? A quem interessa?

O BC é o responsável primeiro – contra tudo e contra todos -, na manutenção da estabilidade econômica. 

A mesma establidade que, se de um lado proporciona inclusão social, de outro enche as burras do Governo com o aumento de arrecadação proporcionado pelos resultados da Política Monetária.

Temos consciência de nossas responsabilidades e de nossa importância no cenário nacional.  Não nos curvaremos, portanto, à forma mesquinha de tratamento que se delineia no horizonte, e que o MPOG pretende dispensar ao BC.

Os servidores do Banco Central serenamente vêm acompanhando todas as tratativas desenvolvidas pelo SINAL e espera que a Direção BC confirme, com atitudes e ações corajosas, a defesa que a Instituição merece neste momento.

Não recuaremos em nossas metas, pois são justas e as merecemos!

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