Edição 31 - 07/04/2009

Eleições Brasília – CHAPA 2 PARTICIPAÇÃO E REPRESENTATIVIDADE

Colegas

É quase impossível imaginar um mundo ideal. Segurança patrimonial, por exemplo. Se entre as mazelas humanas não existissem roubos, furtos etc., economizaríamos com polícia, chaves, chaveiros, alarmes, senhas, sistemas eletrônicos, sistemas mecânicos, cachorros, cadeados… Viveríamos em outro tipo de Economia, inimaginável. E se não existisse vaidade, e se não existisse ciúme, inveja? Para cada característica tipicamente humana eliminada, um mundo completamente diferente.

 

Por que o nome "Participação e Representatividade"?

Queremos mais participação da base, i.e, mais gente votando, comparecendo às assembléias, reuniões do Sindicato e participando de grupos de trabalhos. Queremos mais gente discutindo da pauta salarial às contas do Sindicato. Queremos mais gente escolhendo e se candidatando a delegado. Queremos mais controle e influência da base sobre os Sindicatos. Queremos, também, mais filiação.

Queremos mais representatividade dos eleitos, i.e., que tenham mais votos, que consultem, discutam e provoquem mais as suas bases, que se originem dos mais variados setores do Banco, das mais diversas áreas.
 

 

No Sinal, em sua AND (Assembléia Nacional Deliberativa), no condomínio e em qualquer espaço político do CVV ao Vaticano, temos mais necessidades do que oportunidades. Precisamos falar, dar soluções, discursar, acusar, liderar. Precisamos ser reconhecidos, ter algo para contar aos netos. Precisamos, ainda, agir de acordo com nossos ideais, e precisamos, em algum momento da vida, representar alguém . Na hora de fazer política, nos deparamos com "n" outros iguais completamente diferentes, mas com alguma coisa em comum. Depois de uma AND, orçada em cerca de duzentos mil reais, precisamos de mais outra, para cumprir a pauta, para dar um fim àquela discussão, para dar uma resposta aos que iniciaram um trabalho. 

Ao custo de mais duzentos mil as opiniões mudaram. Dúvidas levantadas contra aquilo que no passado se votou, discursou e por pouco não se fez prosa, verso e música. Dúvidas e mudança de opinião, de voto, de convicção, reveladas na hora da falação ou de um voto talvez nunca divulgado.

Mas a roda girou, e novidades surgiram. O Sinal que há 12 anos (foi dito) paga algum tipo de Verba de Representação(VR), há algum tempo paga indenização, apenas em 2007 resolveu divulgar nomes e valores de algumas delas. Em 2009 por determinação de seus delegados (delegados são pessoas que tem o poder "delegado" pelos filiados) resolveram determinar abertura do debate sobre VR sob todos aspectos (legalidade, moralidade, pertinência, legitimidade e qualquer outro que surgir).

O Sinal cresceu, amadureceu, melhorou e escorregou. Escorregou quando hesitou, quando desperdiçou a oportunidade de discutir entre os filiados qual é sua instância máxima. Mas avançou quando eliminou a possibilidade de diretores se tornarem automaticamente conselheiros nacionais, o que potencialmente alterava a representatividade proporcional estabelecida pelo próprio Estatuto. Escorregou quando não segregou totalmente a Executiva  Nacional do Conselho político. Hoje um Conselheiro Nacional pode votar em si mesmo para Diretor Nacional e no valor da sua própria Verba de Representação.

As idéias de nominação de votos e tempestividade da atas foram vencidas pelo medo e pelo fato de terem sido votadas em bloco. Mas, nesse aspecto, o Conselho Nacional já avançou e se obriga  a nominar os próprios votos, como, aliás, já faziam os conselheiros de Brasília.

Agora vem a eleição onde candidaturas enfatizam seus pontos fortes e, quem sabe, fragilidades de candidaturas adversárias. A Chapa 2 – Participação e Representatividade reconhece tanto a importância do debate como da história de cada candidatura e no momento em que se apresenta como alternativa para Brasília, se compromete com a categoria independentemente do resultado das eleições, assim como com as deliberações da categoria independentemente da opinião pessoal de cada candidato a representante.

Num mundo ideal a disputa estaria restrita às propostas e os debates, à racionalidade. Não vivemos em um ambiente assim, mas devemos respeito aos votantes, à base como um todo e, porque não dizer, aos colegas nesse temporário confronto, mas, em permanente colaboração.

Observação: Iago e Gabriel representam as razões pelas quais Aurora não pode comparecer à sessão de fotos.

 

  Depto Posse Ramal

e-mail

Auriel Eleuterio Marques Junior

Difis/Decop

1975 1494

auriel.marques@bcb.gov.br

Aurora Maria Paiva de Almeida

Aposentada 1977

aurora.almeida@bcb.gov.br
auroralmeida@ig.com.br

Gregorio Alberto Saiz Lopes

Direx/Derin

1998

1327

gregorio.lopes@bcb.gov.br

Heitor Invernizzi

Dipom/Depin

1994

2626

heitor.invernizzi@bcb.gov.br

Henrique Seganfredo

Dirad/Deinf

2006 3914

henrique.seganfredo@bcb.gov.br

Jose Ricardo da Costa e Silva Dipec/Depep 1992 2624

jose.ricardo@bcb.gov.br

Lilian Holmes Maranhao Dipom/Deban 1998 3497

lilian.maranhao@bcb.gov.br

Max Meira Difis/Desig 2002 2489

max.meira@bcb.gov.br
maxmeira@gmail.com

Newton Ferreira da Silva Marques

Secre

1976

3961

newton.marques@bcb.gov.br

Werter de Macedo

Dipom/Deban

1992

1635

werter.macedo@bcb.gov.br

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