Edição 0 - 20/07/2009

Por que essa raiva contra o SINAL?

 

Por que alguns funcionários – tudo bem que são uma ínfima minoria -, que durante toda a sua trajetória na ativa  foram beneficiados pela ação do SINAL, vêm agora concitar que todos se desfiliem só porque tiveram índices de reajustes menores quando da conquista do subsídio? Por que essa raiva contra o SINAL? 

Não é lógico que, mesmo tendo agora um aumento menor, mas com a garantia  da paridade assegurada (fato que não mencionam), esses detratores exponham um sentimento raivoso contra a nossa entidade, que reúne mais de 6.000 filiados em todo o Brasil. Será que se trata mesmo de uma manifestação sincera ou tudo não passa de mera difamação política, que tem por trás um conhecido desafeto do SINAL? O mais engraçado é que eles já se desfiliaram há um bom tempo, e agora vêm, de forma requentada, convidar outros  colegas o segui-los nesse desatino.

Estranhamente, também alguns funcionários de concursos mais recentes manifestaram sua discordância com a atuação do SINAL, apesar da conquista da sua maior reivindicação, o subsídio. Tudo bem, a crítica é necessária em qualquer entidade representativa e consideramos que seja o principal fator de superação e de avanço das  suas posições. 

Mas chegar ao cúmulo de sugerir um processo coletivo de desfiliação é algo que demonstra a inconsistência de suas opiniões. Como alguém, munido de caráter retilíneo, pode sugerir que, melhor que lutar para aprimorar a entidade a que pertence, o caminho seja simplesmente destruí-la? 

Um desses estranhos casos teve até o testemunho de uma colega que afirmou estar utilizando a valor da mensalidade que pagava ao SINAL para doar para uma instituição de caridade. Realmente, um belo gesto altruístico, mas gostaríamos de saber se na próxima negociação salarial, ou quando da defesa de alguma conquista nossa que seja ameaçada no futuro, ela será representada junto ao BC ou ao MPOG por essa entidade de benemerência. Talvez fosse mais coerente doar todo o aumento que ganhou recentemente.

Enfim, nesses dois casos, que reúnem alguns aposentados e alguns recém ingressos, vale a máxima que define as atitudes extremistas: “Quando se radicaliza, os extremos se encontram.” 

O SINAL é muito maior do que essas manifestações extremistas e, com as correções necessárias, seguirá em frente como nosso representante maior.

 

ANA MARIA DAS GRAÇAS SANTOS CARVALHAL

ANDRE ALMEIDA DOS SANTOS

CARLOS ALBERTO FILARDI

CELIA REGINA BRUM MAGALDI PARAVATO

CIRUS BRAGGIO MAGALHÃES

ELÁDIO DA COSTA NERY

FABIO FAIAD BOTTINI

FLAVIO RAMOS

JADIR ZANETTE CASTEGLIONE

JORGE COELHO PINHEIRO FILHO

JORGE MELLO ALBUQUERQUE

JOSE HENRIQUE ROZENTAL DE CARVALHO

MARIA DE LOURDES ARAUJO MOUZINHO

MARIA SEBASTIANA BALBINO

MARIELZA GONCALVES GOMES

MARIO CESAR AFONSO

MARIO MARCIO DAMASCO

MONICA PEREIRA PINTO BOTAFOGO MUNIZ

NILZA DE LIMA RIZZO

PAULO SERGIO ROCANCOURT ARAUJO

RENATO SOBROSA CORDEIRO

SEBASTIÃO JOSÉ LOPES MILWARD

SERGIO CANAS PRATA

SERGIO LUIZ MARTINS COELHO

STELLA MARIA DE OLIVEIRA PAIVA


(*todos filiados ao SINAL)

Assinam também esta nota :

EDUARDO AFONSO ROLDAN
 DINALVA TELES DE CARVALHO
 WILSON PEREIRA DA ROCHA
 SUZETE MARIA SALGUEIRO LEITE

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