SAIU O ABONO DAS FALTAS DA GREVE !
Pelo Informativo Dirad que abaixo transcrevemos aquela Diretoria comunica que, atendendo … reivindica‡Æo do SINAL, houve por bem reconsiderar o desconto das faltas dadas ao servi‡o em outubro, por motivo da paralisa‡Æo pelo PCS, pelos servidores de Curitiba, Rio de Janeiro e SÆo Paulo.
O informe estabelece que a reclassifica‡Æo das faltas dadas ser efetivado ap¢s a compensa‡Æo individual das mesmas, a ser registrada e informada ao Depes pelos Chefes de Unidades ou Gerentes Administrativos a que cada servidor estiver vinculado. A forma como isso se dar ainda ser objeto de informa‡äes complementares, a serem baixadas pelo Depes para regulamentar o Informativo DIRAD.
Vem em boa hora a atitude daquela Diretoria. Esse era um “nus de sombria mem¢ria para os funcion rios prejudicados – a maioria dos quais teve um desconto substancial em seu sal rio – e uma preocupa‡Æo recorrente do sindicato.
Queremos crer que a reversÆo da penalidade, que o SINAL tanto perseguiu, e agora conquistada, se tenha dado em nome da coopera‡Æo e da confian‡a que devem nortear as rela‡äes entre os dirigentes e os servidores desta Casa, sob pena de vermos aumentar o clima de desƒnimo, ora exacerbado pela nova reforma da Previdˆncia.
Estamos todos de parab‚ns, e como (por enquanto), a festa ficou completa, podemos comemorar em paz o Natal.
“Senhores Servidores,
No dia 10/12/2003, a Diretoria de Administra‡Æo recebeu o presidente do Sinal Nacional e os presidentes do Sinal Regional de SÆo Paulo e de Curitiba, que entregaram documento solicitando a reversÆo das faltas registradas para os servidores que aderiram a movimentos de paralisa‡Æo posteriormente a 16/9/2003, data em que foi fechado o acordo para o novo Plano de Cargos e Sal rios do Banco entre a Diretoria do Banco Central, os Minist‚rios do Planejamento, da Fazenda, a Casa Civil e os sindicatos Sinal, Sindsep e Sintbacen.
O Sinal reivindicou da Dirad, no documento e no encontro acima referidos, a reclassifica‡Æo das faltas, considerando que tal iniciativa poderia concorrer para melhorar o clima organizacional. O sindicato destacou ainda que, desde 2001, negocia‡äes por um novo PCS vinham se arrastando, e o longo tempo decorrido sem revisäes salariais acabou gerando ansiedade e descren‡a no corpo funcional. Relativamente ao processo iniciado em 2003, o sindicato reconhece, no documento aqui mencionado, que “analisando os fatos a posteriori, e tendo presente a rapidez com que o Projeto tramitou pelas duas Casas Legislativas, pode-se imaginar que este £ltimo movimento paredista tenha sido impertinente”.
A Dirad considera que o movimento de paralisa‡Æo ocorrido, sobretudo posteriormente a 16 de setembro, de fato nÆo se justificava, uma vez que o acordo j havia sido fechado e que a Diretoria do Banco reiterou, por diversas vezes, nos informativos divulgados e nas reuniäes que manteve com servidores, o compromisso de implantar o novo PCS a partir de 1§ de dezembro do corrente ano.
Contudo, considerando que rela‡äes orientadas pela transparˆncia, di logo e respeito entre a dire‡Æo do Banco Central e os servidores constituem um processo de constru‡Æo coletiva ainda em curso, considerando, ainda, as reflexäes feitas a posteriori por lideran‡as sindicais representativas dos servidores deste Banco Central, e visando, por fim, permitir que o processo de negocia‡Æo e aprova‡Æo do PCS represente uma vit¢ria para todos os servidores, a Dirad entendeu por bem autorizar a reclassifica‡Æo das faltas a partir da compensa‡Æo dos dias parados.
Com vistas a garantir um tratamento equƒnime aos servidores, fica estabelecido que a reclassifica‡Æo das faltas registradas em razÆo de movimentos paredistas ocorridos ap¢s o dia 16 de setembro somente se efetivar ap¢s a devida compensa‡Æo individual, que dever ser registrada e informada ao Depes pelos Chefes de Unidades ou Gerentes Administrativos das unidades a que estiverem vinculados os servidores.
Por fim, a Dirad reitera que a diretoria do Banco continuar pautando as rela‡äes com os servidores e suas entidades representativas pela transparˆncia, di logo, respeito e compromisso com o Banco Central, acreditando que tais princ¡pios tamb‚m possam orientar as demais rela‡äes profissionais entre os servidores de nossa Organiza‡Æo.
JoÆo Ant“nio Fleury Teixeira
Diretor de Administra‡Æo”

