Edição 4 - 01/02/2013

XXIV AND reafirma decisão dos filiados

XXIV AND reafirma decisão dos filiados e rejeita propostas de enfraquecimento do Conselho Nacional


Com o voto da maioria dos 83 representantes dos filiados do Sinal, os delegados presentes à AND reafirmaram que o Conselho Nacional do Sinal, composto por representantes de todas as regionais, é a instância de direção política do Sinal, rejeitando propostas que objetivavam enfraquecê-lo por meio da eleição direta de uma diretoria executiva e de um presidente “iluminado” que, segundo seus proponentes, poderia, até mesmo, ser alguém não integrante desse Conselho, criando assim, dois polos de representação, que poderiam entrar em conflito, inviabilizando nosso sindicato. Essa equivocada proposta recebeu 43 votos contrários e 37 votos a favor.

Hoje, o sistema de representação democrática do Sinal coloca a condução política de nosso sindicato nas mãos do Conselho Nacional, composto por 17 conselheiros, oriundos proporcionalmente das 10 regionais, eleitos pelo voto direto dos filiados na formação dos Conselhos Regionais.

Assim esses 17 conselheiros, que representam o Conselho Nacional, elegem dentre eles, a Diretoria Executiva e o Diretor-Presidente, que significa, dessa forma, a média política dessa instância diretora, evitando assim atitudes radicais, ou manifestações “chapa branca”, próprias do conhecido “sindchefe”.

Coerentemente, a Assembleia Nacional Deliberativa (AND), em Curitiba, por respeito à manifestação da base, reafirmou a decisão soberana dos filiados ocorrida no plebiscito realizado em 16.06.2010, sobre “Estrutura de Poder e o Sistema Eletivo do SINAL”, que, na época, consagrou o Conselho Nacional como órgão de direção política do Sinal, rejeitando a possibilidade da eleição por via direta, de um presidente eventualmente dissociado da ação política desse mesmo Conselho Nacional.

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