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AGN de 4 de outubro preparará Ato Nacional do dia 10

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A Assembleia Geral Nacional (AGN) de ontem, 27, aprovou o encaminhamento do Conselho Nacional (CN) de realização de Ato Nacional no dia 10 de outubro em defesa da retomada das negociações salariais.

AGN nas unidades do Sinal

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BELÉM   A AGN contou com a presença de 15 servidores (que assinaram a lista de presença), e, após informes e debates, deliberou pela aprovação dos...

Todos à Assembleia – Hoje – 14h30 – Auditório 24º andar

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Temos que retomar o caminho da reabertura das negociações Vamos organizar um calendário de mobilizações para forçar a retomada do diálogo Dia 10 de outubro - DIA NACIONAL DE LUTAS. Em teleconferência na tarde de ontem, 26, o Sinal, embora reconhecendo aspectos positivos na ação dos proponentes, particularmente a opção pela participação em futuras assembleias, decidiu por 3 votos a favor, 12 contra e duas abstenções, não acatar a proposta do Sinal-DF referente ao abaixo assinado encaminhado por um grupo de servidores, com os seguintes itens: 1) que seja colocado em AGN a aceitação do 5+5+5 mais GT de realinhamento 2) ratificação/rejeição do abaixo assinado de preferência por votação eletrônica 3) abrir consulta eletrônica não deliberativa, para saber o que pensa a categoria neste momento   A decisão do Conselho Nacional se deu, considerando que:   a.    em 28 de agosto, o referido acordo foi rejeitado por 2/3 dos votantes, em Assembleia Geral Nacional (AGN) por votação presencial envolvendo mais de 1.800 servidores, sendo que, naquela oportunidade, o MPOG retirou a proposta, encerrando unilateralmente as negociações; b.    em recente reunião com o Sinal , o secretário de Relações do Trabalho do MPOG, Sergio Mendonça, informou que não existe proposta salarial em oferta e que a próxima rodada de negociações se dará em 2013; c.    ontem, 26, o diretor de Administração do banco Central, Altamir Lopes, afirmou ao presidente nacional do Sinal, Sergio Belsito, que o BC não vê possibilidade de encaminhamento do abaixo assinado às esferas governamentais competentes, não havendo, portanto, nenhum compromisso da diretoria colegiada com tal solicitação. Reafirmou, ainda, que o assunto deve ser conduzido pelos sindicatos; d.    o encaminhamento de eventual documento em nome de parte dos servidores do BC, que não encontre interlocutores dispostos a apoiá-lo, significará um enorme desgaste para esse corpo funcional, com sérias consequências quando da retomada das negociações. Nesse sentido, o documento poderia criar a falsa ilusão de que a proposta rejeitada ainda estaria disponível, bastando, para obtê-la, que entregássemos um cheque em branco na mão do presidente do Banco Central, ministro Alexandre Tombini, desviando, assim, nossas energias da tarefa imediata de construção de nossa mobilização. O Sinal entende que o momento aponta para a mobilização do corpo funcional do BC em torno da imediata abertura de negociações, para que, a partir dessa retomada, surja uma proposta a ser apresentada aos servidores do Bacen.   A mobilização como fator de unificação pela retomada das negociações Já estamos trabalhando em três frentes: junto à direção do BC, no Congresso Nacional; e no Executivo, por meio do Ministério do Planejamento e Gestão (MPOG). Ao contrário do que afirmou, em entrevista, a ministra do Planejamento, MiriamBelchior, não se trata de “arrependimento” e sim da reafirmação da nossa luta pelo direito constitucional à manutenção do valor real dos nossos salários. Conclamamos todos os servidores: os que votaram pela rejeição, os que votaram pela aceitação e os que não votaram, a que se engajem no necessário – e urgente – processo de mobilização da categoria, a começar pela construção de um forte Dia Nacional de Lutasem 10 de outubro.   Em nossa assembleia realizaremos também a eleição dos delegados a XXV AND  

Temos que prosseguir no caminho da reabertura das negociações!

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Vamos fortalecer a reivindicação de nossos direitos em 10 de outubro,  DIA NACIONAL DE LUTAS. Em teleconferência na tarde de ontem, 26, o Sinal, embora reconhecendo aspectos positivos na ação dos proponentes, particularmente a opção pela participação em futuras assembleias, decidiu por 3 votos a favor, 12 contra e duas abstenções, não acatar a proposta do Sinal-DF referente ao abaixo assinado encaminhado por um grupo de servidores, com os seguintes itens: 1) que seja colocada em AGN a aceitação do 5+5+5 mais GT de realinhamento; 2) ratificação/rejeição do abaixo assinado de preferência por votação eletrônica; 3) abrir consulta eletrônica não deliberativa, para saber o que pensa a categoria neste momento (sobre os 5-5-5, GT de realinhamento, calendário de mobilização proposto pelo CN, etc). A decisão do Conselho Nacional se deu, considerando que: em 28 de agosto, o referido acordo foi rejeitado por 2/3 dos votantes, em Assembleia Geral Nacional (AGN) por votação presencial envolvendo mais de 1.800 servidores, sendo que, naquela oportunidade, o MPOG retirou a proposta, encerrando unilateralmente as negociações; em recente reunião com o Sinal , o secretário de Relações do Trabalho do MPOG, Sergio Mendonça, informou que não existe proposta salarial em oferta e que, pela vontade do Governo, a próxima rodada de negociações se dará somente em 2013; ontem, 26, o diretor de administração do Banco Central, Altamir Lopes, afirmou ao presidente nacional do Sinal, Sergio Belsito, que o BC não vê possibilidade de encaminhamento do abaixo assinado às esferas governamentais competentes, não havendo, portanto, nenhum compromisso da diretoria colegiada com tal solicitação. Reafirmou, ainda, que o assunto deve ser conduzido pelos sindicatos; o encaminhamento de eventual documento em nome de parte dos servidores do BC, que não encontre interlocutores dispostos a apoiá-lo, significará um enorme desgaste para esse corpo funcional, com sérias consequências quando da retomada das negociações. Nesse sentido, o documento poderia criar a falsa ilusão de que a proposta rejeitada ainda estaria disponível, bastando, para obtê-la, que entregássemos um cheque em branco na mão do presidente do Banco Central, ministro Alexandre Tombini, desviando, assim, nossas energias da tarefa imediata de construção de nossa mobilização. O Sinal entende que a direção lógica do nosso movimento passa primeiro pela necessária mobilização do corpo funcional do BC em torno da imediata abertura de negociações, para que, a partir dessa retomada, se construa uma proposta a ser apresentada aos servidores do Bacen.  

A mobilização como fator de unificação pela retomada das negociações

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A intransigência do governo Dilma Rousseff durante a campanha salarial, em detrimento do diálogo, resultou em uma inédita união do funcionalismo, especialmente das Carreiras de Estado. Algumas dessas carreiras, assim como a nossa, rejeitaram a proposta dos 5-5-5 e o governo afirma que, além das negociações estarem encerradas voltará a conversar somente em 2013. Isso, para nós, não significa o término da luta. Nossa mobilização prosseguirá até conseguirmos o restabelecimento do diálogo. Já estamos trabalhando em três frentes: junto à direção do BC, ao Congresso Nacional e ao Executivo, por meio do Ministério do Planejamento e Gestão (MPOG). Ao contrário do que afirmou, em entrevista, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não se trata de “arrependimento” e sim a reafirmação da nossa luta pelo direito constitucional à manutenção do valor real dos nossos salários. E alcançaremos a vitória somente com nossa unidade de ação. Vamos canalizar nossas energias em prol de um sentido comum, qual seja, provar a importância do corpo funcional do Banco Central à sociedade brasileira; mostrar o valor dos servidores que, efetivamente, fazem o BC ser reconhecido mundialmente. Exigimos esse reconhecimento também com a reabertura das negociações. Conclamamos TODOS OS SERVIDORES: os que votaram pela rejeição, os que votaram pela aceitação e os que não votaram a que se engajem no necessário – e urgente – processo de mobilização da categoria, a começar pela construção de um forte DIA NACIONAL DE LUTAS em 10 de outubro. A luta continua. Em defesa do Estado e da cidadania.

Apito Brasil