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Debatendo a reforma da Previdência: idade mínima
A imposição de 65 anos como idade mínima para a aposentadoria do trabalhador brasileiro é um dos pontos que levanta maior discussão dentro do arcabouço da reforma previdenciária, proposta pela PEC287/2016. Sobre o tema, Luiz Roberto Pires Domingues Junior, colaborador do Sinal, pondera:
Vem aí!
No próximo dia 7 de março, o Sinal promove o seminário “Debatendo a Reforma da Previdência” no edifício-sede do BCB, em Brasília. Você, servidor, é nosso convidado para o evento, que contará com a presença de especialistas do setor.
O PASBC É NOSSO E PRECISA DE VOCÊ!
Levando em conta que provavelmente o Banco deverá por na mesa alguma proposta de alteração no custeamento do PASBC, nós, servidores ativos e aposentados, novos e antigos, pensionistas e outros beneficiários dos serviços prestados pelo nosso Programa de Saúde, todos nós devemos nos mobilizar para discutir e propor soluções que ao menos mantenham o atual nível de atendimento do Programa, sem que isso traga elevação de despesas por parte do participante.
Acompanhe os informativos e mande suas propostas e indagações para palavradofiliado@sinal.org.br.
Carnaval
Assim homenageamos o início do reinado de Momo. Hora de recarregar as baterias para o resto do ano que, como dissemos no Apito Brasil nº 1, promete.
Bom carnaval!
Hora de crescer a mobilização
A agenda do governo em demérito dos servidores públicos, mas não só, tem nos trazido uma grande gama de preocupações e, por conseguinte, necessidade de ação contundente e tempestiva de nossa parte.
As assimetrias salariais estão na mesa, e inclusive dentro da Casa. A reforma da previdência quer impor mais trabalho e contribuição, combinados com menos tempo de vida e benefícios na aposentadoria. A capacitação está sendo tolhida. Uma aura de secretismo continua pairando sobre o Pasbc.
É hora de reunir as assembleias regionais nesta, como fará Brasília hoje à tarde, e na próxima semana, que já tem convocação em São Paulo e Fortaleza para a manhã de quinta.
Afinal, não é possível um BC+ com servidor menos.
Fonasefe protocola pauta reivindicatória no MP
Representantes de entidades que compõem o Fórum dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) protocolaram no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), nesta quarta-feira, 22 de fevereiro, a pauta reivindicatória das carreiras para 2017.
Demandas comuns às diversas representações de servidores, como data-base, Convenção 151 da OIT, paridade entre ativos e aposentados, isonomia dos benefícios (auxílio alimentação, diárias, indenização de transporte, auxílio educação) e licença capacitação integram o rol de pleitos.
Pública aponta conflito de interesses de secretário da Previdência Social
A Pública - Central do Servidor protocolou na manhã de hoje, 23 de fevereiro, denúncia contra o secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. De acordo com o ofício registrado pela entidade, o titular da pasta está sujeito a conflito de interesses no debate PEC287/2016, uma vez que integra o Conselho Administrativo da BrasilPrev, uma das maiores gestoras de previdência privada no país.
Deputados vão ao Planalto para tentar calar a Anfip
O próprio presidente da Comissão Especial da Câmara Federal que avalia a PEC 287/16, Carlos Marun (PMDB/MS) e o deputado Julio Lopes (PP/RJ) foram ao Palácio do Planalto exigir ao presidente da República que acionasse a AGU em perseguição à Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal do Brasil, Anfip, pela divulgação que esta entidade tem feito do superávit da Seguridade Social brasileira.
Os materiais coligidos pela Anfip lastreiam-se em dados públicos da União e foram convertidos em animação explicativa, coassinada e amplamente difundida pelas entidades representativas dos servidores públicos.
O PASBC É NOSSO E PRECISA DE VOCÊ!
Desde o ano passado o Servidor do Banco Central do Brasil tem ouvido informações, e, recentemente, informes da Direção da Instituição, no sentido de que o PASBC encontra-se em situação de dificuldades para a sua manutenção.
De modo bem resumido, o relatório indica sérios problemas de sustentabilidade econômica do plano em um prazo de dois ou três anos, mantidas suas atuais condições de financiamento e de cobertura médico-hospitalar. Os principais fatores que afetariam a sustentabilidade do PASBC seriam o envelhecimento projetado das vidas atendidas e o contínuo aumento do custo da saúde no país.




