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Debatendo a Reforma da Previdência: Painel, com presença de especialistas, começa daqui a pouco!
O Sinal promove logo mais, às 14h30, Painel que irá debater a reforma da Previdência, em pauta na PEC287/2016.
O evento, que ocorre no auditório Dênio Nogueira, do edifício-sede do BCB, em Brasília, contará com a presença de especialistas na matéria e terá transmissão ao vivo, a partir das 15h, pela BC TV e pela Apito TV.
Edital – Assembleia Geral Regional Extraordinária – VE
Debatendo a Reforma da Previdência: Painel nesta terça-feira, 7, em Brasília, terá transmissão ao vivo
É amanhã!
Com a presença de especialistas, o Sinal promove nesta terça-feira, 7 de março, Painel para debater as mudanças propostas para a Previdência, por meio da PEC287/2016. O evento, que ocorre a partir das 14h30, no edifício-sede do BCB, em Brasília, terá transmissão ao vivo, via internet, a partir das 15h, para os servidores da ativa de todas as praças pela BC TV e para os servidores aposentados, pela Apito TV.
Novas regras para Licença Capacitação: é preciso banir todos os retrocessos
É aventada a possibilidade de reformulação dos termos que restringem a 5% do efetivo no quantitativo de licenças a serem concedidas por ano. A medida, caso concretizada, representará avanço, no entanto, apenas um em meio à série de retrocessos contidos no arcabouço da Portaria 92.595/2017.
Sinal exige apoio do BCB a emendas
Por entender que a aprovação das emendas depende muito mais de um trabalho político no nível do Executivo, do que no ambiente parlamentar, o Sindicato oficiou, no último dia 23 de fevereiro, o presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, solicitando apoio ao pleito.
Palavra do Filiado
O presidente do BC tem criticado a “meia entrada”, que é como apelidou o crédito direcionado, mas cala-se quanto à “Entrada Especial” concedida aos investidores estrangeiros. Estes trazem moeda estrangeira para lucrar fácil, fazendo arbitragem com as altas taxas de juros pagas pelo Brasil. Esse ganho é turbinado pela política de apreciação cambial, como a que vem sendo praticada, aumentando a dívida pública e solapando o esforço de ajuste fiscal. O acúmulo de reservas cambiais pelo BC, que poderia justificar – em parte – essa lambança, merece um escrutínio profundo, com transparência e prestação de contas à sociedade num nível compatível com nossa condição de servidores de “elite” do Estado brasileiro.
Iremos agora, enquanto BC, atacar o crédito direcionado, escolhido como novo vilão causador dos altos spreads/juros? Este crédito, pelo menos, gera investimentos propulsores da economia, emprego e renda. Os juros do BNDES devem então ficar proibitivos e paralisar os investimentos produtivos, de longo prazo e de infraestrutura? Só assim a política monetária funciona? Vamos também eliminar os depósitos de poupança que sustentam o SFH e a poupança verde que compõe o Plano Safra? Acabar com a isenção fiscal do crédito cooperado? Isso é um projeto de destruição do país ou é um “mal necessário” para reduzir a inflação? Precisa demonstrar? Ao invés de criar preconceitos, que tal utilizar a excelência da estrutura do BC para demonstrar cabalmente a necessidade dessas ações, com transparência e prestação de contas à sociedade?
José Vieira, de São Paulo

