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Entenda como funcionará a 25ª Assembleia Nacional Deliberativa
A 25ª Assembleia Nacional Deliberativa do Sindicato dos Funcionários do Banco Central – SINAL, irá ocorrer entre os dias 15 e 18 de novembro na cidade de Belém (PA). No encontro serão definidos os princípios e diretrizes do Sinal para o próximo biênio. Este ano a AND abordará três temas principais.
1) Valorização das Regionais;
2) Campanha Salarial;
3) Alterações Estatutárias.
Para que os filiados possam opinar sobre todos os assuntos foi colocado no ar no dia 5/10 um blog com acesso aos três temas. Cada tema tem um moderador/relator que é responsável pela análise e compilação das sugestões e elaboração de um relatório que será apresentado na plenária da AND que começará no dia 15/11. Nesse espaço qualquer filiado ao Sinal poderá postar as mudanças que gostaria que fossem implementadas na AND assim como comentar as postagens registradas pelos colegas. Para acessar os blogs e fazer seus comentários clique no link http://www.sinal.org.br/and/2012
Grupo criado pelo Sinal atua no Congresso Nacional para alcançar reajuste para os servidores do BCB já em 2013
Grupo coordenado pelo diretor de Relações Externas atua no Congresso buscando reajustar salários do núcleo financeiro (incluindo BCB, CVM e Susep) já em 2013. Como parte da atuação o grupo trabalhou para apresentar emendas contemplando reajustes salariais para esse grupo estratégico das carreiras de Estado. As emendas, fruto de esforço de diretores, conselheiros e filiados do sindicato, beneficiam o Banco Central, Susep e CVM e têm como objetivo colocar as carreiras do ciclo de gestão em pauta no Legislativo.
Euro e a síndrome de Estocolmo
Transcrevemos matéria publicada recentemente no jornal Valor Econômico, de autoria dos colegas Rubens Teixeira da Silva, Henrique Dezemone Forno e Márcio Silva de Araujo, abordando a grave crise econômica europeia. Cabe destacar que as opiniões expressas no artigo não representam necessariamente a opinião do BCB.
Euro e a síndrome de Estocolmo
A síndrome de Estocolmo, em termos simples, é um estado psíquico em que uma pessoa, vítima de algum tipo de submissão tal como o sequestro, passa a se identificar e a aceitar os atos do seu opressor. Trata-se, aparentemente, de um processo inconsciente por parte do indivíduo cativo. A origem do termo vem de um fato real ocorrido em agosto de 1973 na cidade sueca de Estocolmo, no qual as vítimas de um assalto passaram a justificar os atos de seus captores, mesmo depois de sua libertação, e após seis dias de confinamento.
Sabe-se há algum tempo que o comportamento psíquico do ser humano afeta suas decisões através de processos que não passam inicialmente pela análise racional. Vários pesquisadores buscam aplicar na área da ciência econômica tais percepções. No estudo das decisões de gasto dos indivíduos, por exemplo, há espaço para contribuições provenientes da psicologia, como já feito por reputados economistas, tais como Keynes.
Expressões do tipo “espírito animal” e “comportamento de manada” procuram sintetizar fatores relevantes que não são facilmente incorporados a uma modelagem mais tradicional. Até mesmo a neurociência e alguns ramos mais aplicados da filosofia estudam os mecanismos de resposta do indivíduo a fatores externos e se tais mecanismos passariam ou não por um processo racional.
Onde entra a Zona do Euro nessa história? Para início de conversa, a própria história dos eventos que desencadearam a unificação monetária europeia é relevante nessa abordagem. O euro existe como moeda escritural desde 1º de janeiro de 1999, e como moeda física desde 1º janeiro de 2002. Pode-se dizer que foi criada como uma estratégia que visava à criação de uma moeda de reserva internacional, concorrendo com o dólar norte-americano. Pressupõe-se, com isso, que o sucesso dessa estratégia deveria trazer benefícios no longo prazo que superariam as restrições associadas à renúncia de parte da soberania que os diferentes países participantes sofreriam.
Uma consequência da criação do euro foi o retorno dos efeitos de um sistema de câmbio semifixo existente na Europa até o ano de 1992. A necessidade de atrair capitais para financiar a reunificação alemã de 1990 fez com que o Bundesbank aumentasse significativamente suas taxas de juros, tornando insustentável a manutenção desse tipo de câmbio entre os países da região. O euro traria de volta não apenas um câmbio semifixo, mas um câmbio fixo de fato.
Com a posterior redução da taxa de juros, os capitais voltaram a fluir para os países da periferia do euro, através não apenas de investimento direto, mas também por endividamento. A estratégia parecia agradar a todos: aos alemães, que tinham feito um pacto trabalhista interno, segurando a transferência dos ganhos de competitividade para os salários, e com isso ganhando mercado para seus produtos industriais no mercado doméstico europeu, e para os outros países, que puderam comprá-los e se financiar com taxas de juros que traduziam um risco de crédito quase que germânico, experimentando um convidativo acréscimo em seu padrão de vida.
O que deu errado? A crise americana de 2008? A pergunta não coloca bem o problema, pois em um sistema de acumulação capitalista, em especial com forte viés financeirizante, espera-se que ocorram ciclos, flutuações e crises. Minsky já escreveu sobre isso, explicando a natureza intrinsecamente instável desse sistema. Talvez a pergunta correta fosse: o que é necessário para o bom funcionamento de uma economia com assimetrias internas importantes, em especial quanto ao grau de desenvolvimento? Rogoff, em artigo recente (“O risco da moeda europeia”) fez um mapeamento, recordando-nos dos principais requisitos para esse bom funcionamento, alguns deles já descritos por Robert Mundell na década de 1960: livre mobilidade de mão de obra e de capitais, existência de um sistema de transferência fiscal e regras claramente definidas em relação ao emprestador de última instância, não apenas para os bancos, mas também para estados e municipalidades. Um país como o Brasil, ou os Estados Unidos, possuem em maior ou menor grau esses requisitos, a comunidade do euro não os construiu.
Dado esse diagnóstico, fica a pergunta: qual a vantagem para um país da periferia do euro em continuar na moeda única? Se sua condição desfavorecida em termos de competitividade não pode ser compensada por mecanismos previstos em um acordo e se, por outro lado, também não dispõe de um mecanismo cambial para o acerto de suas condições de troca, qual o benefício em se manter na moeda? Se esse diagnóstico está correto, uma inferência a que podemos chegar é a de que os países periféricos da zona do euro são prisioneiros da moeda. O possível ganho no longo prazo de fazer parte de uma comunidade que emite moeda de reserva internacional não parece ser suficiente face aos sacrifícios que a população desse país terá que passar. Os noticiários mostram apenas o começo das dificuldades pelas quais já passam países como Irlanda, Grécia, Portugal, Itália e Espanha, isso fora a pecha de receberem a denominação de “PIIGS”.
Quando líderes de países da periferia aceitam o receituário dado pela troika (FMI, BCE e Comunidade Europeia), pode-se supor que há uma indefinição quanto ao verdadeiro desejo de suas populações. Quando referendos confirmam o desejo dessas populações em permanecer na moeda única, mesmo com o preço alto que isso possa representar, podemos imaginar a situação do preso que começa a tentar entender os motivos do seu algoz e a racionalizá-los, justificando-os. Talvez o campo preferencial para esse tipo de análise esteja mais para uma psicologia das massas do que para uma economia que ainda se vangloria das virtudes da racionalidade.
Márcio Silva de Araujo, Rubens Teixeira da Silva e Henrique Dezemone Forno são doutores em economia e servidores do BCB/RJ. Marcio e Rubens são filiados ao Sinal-RJ.
MAIS TRÊS NOVAS PERGUNTAS (AGORA JÁ SÃO DOZE) SOBRE A VALORIZAÇÃO DAS REGIONAIS
Ano I - Número 13 - 29.10.2012
MAIS TRÊS NOVAS PERGUNTAS
(AGORA JÁ SÃO DOZE)
SOBRE A VALORIZAÇÃO DAS REGIONAIS
De 15 a 18 de novembro será realizada, em Belém (PA), a XXV Assembleia Nacional Deliberativa (AND) do Sinal.
Principal momento de deliberação sobre os rumos a ser tomados, nos próximos dois anos, por nosso Sindicato, a AND deverá contar com a participação de cerca de cem delegados, eleitos nas dez praças do BCB.
A significativa e inadiável questão da Valorização das Regionais será um dos três temas em debate na AND.
Convidamos, vivamente, você, a participar dessa discussão!
Nessa intenção, encaminhamos, no dia 17.10.2012, três perguntas por nós formuladas para você, com vistas ao estímulo da discussão em torno da importante questão da Valorização das Regionais do BCB:
1 - Você considera o seu trabalho adequado, levada em conta a sua qualificação para realizá-lo?
2 - Você se sente motivado para realizar o trabalho que lhe é atribuído?
3 - Você acha que o BCB adota práticas que incentivam a participação ativa dos servidores lotados nas Regionais em todas as esferas das atividades de trabalho, inclusive as de formulação?
Dando continuidade ao processo de incentivo ao debate, enviamos, a seguir, em 22.10.2012, três novas perguntas a respeito da Valorização das Regionais:
4 - Você acha que a presença do BCB no território nacional reconhece a imensa diversidade de vocações econômico-financeiras, identidades culturais e realidades sociais do Brasil? Por que?
5 - Você acha que está em curso um processo de desmonte das Regionais do BCB? Por que?
6 - Se sim, por favor indique algumas possibilidades concretas de combate a tal processo.
Mantendo a proposição de busca da troca de ideias em torno da Valorização das Regionais, submetemos a você, em 24.10.2012, mais três perguntas:
7. Você acha que o tema da presença do BCB regionalmente no território nacional guarda alguma relação com o Artigo 192 da Constituição Federal? Em que sentido?
8. Você sabia que o Sinal já dispõe de um conjunto importante de reflexões acumuladas acerca desse assunto, contidas na proposta Artigo 192 da Constituição Federal – SFN Cidadão? (Para acessá-las, clique aqui).
9.Você acha que o BCB valoriza mais o seu papel de agente centrado no funcionamento do sistema financeiro, em detrimento das suas responsabilidades como agente a serviço dos interesses do Estado? Por quê?
Uma vez mais, apresentamos a você, a seguir, três novas perguntas a propósito da Valorização das Regionais:
10 - Você acha que a Administração Central do BCB vem tomando decisões no sentido da centralização do processo decisório em Brasília?
11 - Você se considera submetido a uma cadeia de comando que, em última instância, é autoritária, pouco aberta ao diálogo e insensível? Como você caracteriza o modo pelo qual a hierarquia institucional incide sobre você?
12 - Você considera que o seu trabalho no BCB proporciona acesso a uma realização profissional em sentido amplo?
Por gentileza, reflita sobre essas perguntas e, se possível, produza respostas para todas elas ou para aquelas que você julgue adequado responder, postando tais respostas na aba Valorização das Regionais do Blog da AND ou clicando aqui até o dia 05.11.2012, data-limite para o oferecimento de propostas à AND.
Contando com sua sua co-laboração, sob a forma de oferecimento de comentários (críticas, sugestões etc.), e, ainda, incentivo aos demais integrantes da Comunidade BCB a participar do processo de construção coletiva de um momento de máxima expressão política do Sinal, a AND,
Com nossas saudações sindicais e abraços,
Coordenação do tema Valorização das Regionais da XXV AND do Sinal.
Manifestações, de qualquer natureza, quanto ao texto - críticas, sugestões etc. - serão muito bem-vindas. Caso você tenha interesse em fazê-las, por favor clique aqui.
Dr. Julio agora atende às 2ª feiras, das 13 às 17h
Dr. Julio agora atende às 2ª feiras, das 13 às 17h
Quem nunca teve uma emergência médica e necessitou de uma orientação sobre como utilizar, da melhor forma possível, a rede de conveniados do nosso programa de saúde?
Informações sobre:
- Orientação médica 24 horas prestada pelo PASBC
- Atendimento de urgência e emergência domiciliar
- Doenças Crônicas: VemSer (Programa de Acompanhamento de Doenças Crônicas)
- Remoção hospitalar
- Ressarcimento de despesas médicas
Ligue para o SINAL-RJ (3184-3500) e marque uma consulta.
O Dr. Julio Caldas, nosso consultor de saúde, atende pessoalmente, todas as 2as feiras, das 13 às 17 horas, na sede do sindicato, e diariamente (de segunda a sábado), das 8 às 20h, via telefone, pelo Disque Saúde Sinal. Esses serviços são exclusivos dos filiados ao SINAL-RJ.
Última semana. Não perca!
Show do grupo “Dá o Tom”
Uma turma muito afinada e que conta com a “prata da casa”,
Andréa Sá de Oliveira, nossa colega do DEMAB
Teatro Leblon - Rua Conde de Bernadotte. 26
Andrea Sá é a 4ª da esquerda para a direita da primeira fileira
Revista Sinal Plural reforça pauta da AND
Está disponível a edição digital da revista Sinal Plural de outubro. Com certo atraso, por conta da combativa campanha salarial, ela também chegará impressa nos próximos dias aos aposentados e pensionistas do Banco Central.
Governo não avança em negociações
A depender do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), a atual gestão do Executivo passou para 2013 todas as pendências relativas aos servidores federais, incluindo as reivindicações de nossa categoria.
No Dia do Servidor, domingo, 28, o Sinal completará 24 anos
Outubro é um mês especial para o funcionalismo, em especial aos trabalhadores do Banco Central do Brasil, que homenageia no dia 23, aqueles que dedicaram, e ainda dedicam seus esforços ao fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional. Nossos colegas, hoje aposentados, continuam a acompanhar e a defender a história desse que é hoje um dos bancos centrais mais respeitados do globo, o BCB.
O domingo, 28, concentrará duas importantes comemorações: os 24 anos de fundação do Sinal e o Dia do Servidor Público. Os servidores, neste ano que vai se encerrando, travaram grandes momentos de luta durante o processo da campanha salarial. Pela primeira vez, as mais variadas categorias, de professores a fiscais, de agentes ao núcleo financeiro, uniram-se em defesa de seus direitos e do próprio estado brasileiro.
Mostraram, apesar do descaso de alguns, que têm papel fundamental na manutenção da solidez da nação, gigante por sua natureza, mas ainda detentora de desigualdades inexplicáveis, dada a riqueza distribuída em todas as unidades da Federação.
O país vai se consolidando como uma das referências econômicas não por sua beleza, o futebol ou o carnaval. Afinal, cada um dos estados nacionais possui suas características e patrimônios naturais. O Brasil é atualmente uma das principais economias e fortalece sua democracia graças à competência e dedicação do corpo funcional atuante no aparelho de estado.
O Sinal homenageia a todos os colegas que fizeram e fazem parte dessa construção. Em nome deles e de nossa parte, da direção sindical, esperamos que os gestores municipais a serem eleitos no próximo domingo e aos que foram escolhidos para o Executivo e as Câmaras municipais no primeiro turno, imbuam-se do carinho e respeito próprios dos servidores. Que se orgulhem por transformarem-se, pelo menos por um período, em servidores número um de suas cidades, escolhidos pelo voto democrático dos cidadãos.
Nos orgulhamos da luta diária em defesa do respeito ao funcionalismo público federal e, em especial, à nossa categoria, de importância estratégica para a segurança econômica do Brasil e de todos os cidadãos que aqui vivem.
É com esse sentimento que seguiremos na semana da República para Belém do Pará. Realizaremos nossa instância máxima, a Assembleia Nacional Deliberativa (AND), com a visão de um país em construção, e a presença das representações do estado em todos os cantos do país tem de ser fortes e constantes. Daí nosso ponto central de discussão na AND, a valorização das seções regionais do Banco Central do Brasil.
A AND vai determinar nossa atuação para os próximos dois anos, período em que completaremos um quarto de século de trabalho voltado a essa categoria da qual nos orgulhamos de pertencer.
Feliz aniversário ao Sinal!
Um belo dia aos servidores públicos do Brasil!
Todo o carinho aos colegas aposentados do BC. Juntos, somos mais fortes!
Mais três novas perguntas (agora já são nove) sobre a valorização das regionais
De 15 a 18 de novembro será realizada, em Belém (PA), a XXV Assembleia Nacional Deliberativa (AND) do Sinal.
Principal momento de deliberação sobre os rumos a ser tomados, nos próximos dois anos, por nosso Sindicato, a AND deverá contar com a participação de cerca de cem delegados, eleitos nas dez praças do BCB.
A significativa e inadiável questão da Valorização das Regionais será um dos três temas em debate na AND.
Convidamos, vivamente, você, a participar dessa discussão!
Nessa intenção, encaminhamos, no dia 23.10.2012, seis perguntas por nós formuladas para você, com vistas ao estímulo da discussão em torno da importante questão da Valorização das Regionais do BCB:
1 - Você considera o seu trabalho adequado, levada em conta a sua qualificação para realizá-lo?
2 - Você se sente motivado para realizar o trabalho que lhe é atribuído?
3 - Você acha que o BCB adota práticas que incentivam a participação ativa dos servidores lotados nas Regionais em todas as esferas das atividades de trabalho, inclusive as de formulação?
4 - Você acha que a presença do BCB no território nacional reconhece a imensa diversidade de vocações econômico-financeiras, identidades culturais e realidades sociais do Brasil? Por que?
5 - Você acha que está em curso um processo de desmonte das Regionais do BCB? Por que?
6 - Se sim, por favor indique algumas possibilidades concretas de combate a tal processo.
Dando continuidade ao processo de incentivo ao debate, enviamos, a seguir, três novas perguntas a respeito da Valorização das Regionais:
7. Você acha que o tema da presença do BCB regionalmente no território nacional guarda alguma relação com o Artigo 192 da Constituição Federal? Em que sentido?
8. Você sabia que o Sinal já dispõe de um conjunto importante de reflexões acumuladas acerca desse assunto, contidas na proposta Artigo 192 da Constituição Federal – SFN Cidadão? (Para acessá-las, clique aqui).
9.Você acha que o BCB valoriza mais o seu papel de agente centrado no funcionamento do sistema financeiro, em detrimento das suas responsabilidades como agente a serviço dos interesses do Estado? Por quê?
Por gentileza, reflita sobre essas perguntas e, se possível, produza respostas para todas elas ou para aquelas que você julgue adequado responder, postando tais respostas na aba Valorização das Regionais do Blog da AND ou clicando aqui, até o dia 05.11.2012, data-limite para o oferecimento de propostas à AND.
Contando com sua sua co-laboração, sob a forma de oferecimento de comentários (críticas, sugestões etc.), e, ainda, incentivo aos demais integrantes da Comunidade BCB a participar do processo de construção coletiva de um momento de máxima expressão política do Sinal, a AND,
Com nossas saudações sindicais e abraços,
Coordenação do tema Valorização das Regionais da XXV AND do Sinal.
Manifestações, de qualquer natureza, quanto ao texto - críticas, sugestões etc. - serão muito bem-vindas. Caso você tenha interesse em fazê-las, por favor clique aqui.
