Inicial 2012
Arquivos
Assembleia de mobilização e AND
Assembleia - 5ªf - 27.9
Para tratar de assuntos nacionais e regionais
14h30m - Auditório Menor da ADRJA
Pauta Nacional/Mobilização Campanha Salarial (AGN)
Realização de um Ato Nacional, no dia 10 de outubro, contra a intransigência do Governo e pela imediata reabertura das negociações;
Informes sobre o Grupo de Trabalho de atuação no Congresso Nacional sob a coordenação da Diretoria de Relações Externas.
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Pauta Regional (AGR)
Eleição dos delegados cariocas à 25ª AND/Belém (PA)
que ocorrerá de 15 a 18.11.2012
Também ocorrerá em Belém (PA), como evento preparatório, o
Fórum Valorização das Regionais, 13 e 14.11.2012
O Sinal-RJ tem direito a eleger 17 delegados
Para concorrer a uma vaga, envie um e-mail para sinalrj@sinal.org.br
Inscrições até 26.9, 4ª. f, às 16h
Temas da 25ª AND
a) Campanha salarial
b) Valorização das Regionais
c) Alterações estatutárias
Quem votou a favor e contra a ampliação do prédio do BC na Gamboa
Tendo em vista as eleições municipais que ocorrerão no próximo dia 7/10, o Sinal RJ informa a relação de vereadores que votaram contra e a favor da alteração do gabarito do prédio do BCB em construção na Gamboa.
Vereadores que votaram a favor da quebra de gabarito, permitindo a transferência da ADRJA para Gamboa
Vereadores que atenderam a solicitação do SINAL-RJ, votando contra a quebra do gabarito
Adilson Pires (PT)
Alexandre Cerruti (DEM)
Aloísio Freitas (PSD)
Andrea Gouvêa Vieira (PSDB)
Argemiro Pimentel (PMDB)
Carlo Caiado (DEM)
Bencardino (PTC)
Carminha Jerominho (PTdoB)
Carlinhos Mecânico (PSD)
Dr. Edison da Creatinina (PV)
Carlos Bolsonaro (PP)
Eider Dantas (DEM)
Dr. Eduardo Moura (PSC)
Eliomar Coelho (PSOL)
Dr. Fernando Moraes (PMDB)
Leonel Brizola Neto (PDT)
Dr. Jairinho (PSC)
Márcia Teixeira (PR)
Dr. João Ricardo (PSDC)
Paulo Pinheiro (PSOL)
Dr. Jorge Manaia (PDT)
Sonia Rabello (PV)
Guaraná (PMDB)
Teresa Bergher (PSDB)
João Mendes de Jesus (PRB)
Tio Carlos (DEM)
Jorge Braz (PMDB)
Jorginho da S.O.S (PMDB)
José Everaldo (PMN)
Nereide Pedregal (PDT)
Patrícia Amorim (PMDB)
Paulo Messina (PV)
Professor Uóston (PMDB)
Renato Moura (PTC)
Roberto Monteiro (PCdoB)
Rosa Fernandes (PMDB)
Rubens Andrade (PSB)
S. Ferraz (PMDB)
Vera Lins (PP)
Nota pública sobre o processo de negociação salarial 2012
As entidades signatárias, cujas bases rejeitaram a proposta de acordo salarial do governo federal, vêm a público denunciar o descumprimento de preceitos constitucionais e legais pelo governo brasileiro e manifestar veemente protesto pela forma como foi conduzido o processo de negociação para 2013, com atraso na proposta, insuficiência no valor e desrespeito à organização sindical dos servidores, em geral, e às carreiras que subscrevem este manifesto, em particular, todas essenciais ao bom funcionamento do Estado brasileiro.
A primeira e principal denúncia se refere ao descumprimento reiterado do comando constitucional (art. 37, inciso X), que garante a revisão geral anual da remuneração e do subsídio dos servidores públicos, assim como da Lei n° 10.331/2001, que define a data-base para efeito de reajuste anual, sem distinção de índice.
A segunda denúncia, igualmente relevante, diz respeito à omissão governamental na regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo governo brasileiro, relativa à negociação coletiva no Serviço Público, para estabelecer regras e procedimentos permanentes de diálogo entre o governo e servidores, que assegurem o respeito aos preceitos constitucionais e a garantia de reposição do poder de compra dos salários e a melhoria das condições de trabalho.
Sem a estrita observância dos princípios da OIT relativa à organização sindical – que pressupõe direito de sindicalização, direito de negociação e direito de greve – as tentativas de negociação não passarão de arremedos, já que os servidores estarão em desvantagens pela ausência de garantias legais para o pleno exercício de dois dos três direitos fundamentais da organização sindical: o de negociação e o de greve.
Especificamente sobre a negociação para 2013, cinco erros na condução do processo levaram à exclusão de carreiras fundamentais em áreas essenciais ao Estado, como as de arrecadação, do ciclo financeiro, das Agências Reguladoras, da fiscalização das relações de trabalho e de parcela da Polícia Federal. Caso não sejam reabertas as negociações, além dos naturais desequilíbrios remuneratórios entre carreiras do Serviço Público, haverá defasagem e grandes perdas salariais frente à inflação acumulada.
A edição do Decreto nº 7777/2012, com a autorização da transferência das atribuições das carreiras em greve para outras assemelhadas no plano estadual e municipal, foi o primeiro erro, uma agressão que nem a ditadura militar ousou praticar contra o movimento sindical. O decreto, além de inútil, porque não foi colocado em prática, é claramente inconstitucional e ilegal, porque se tratam de atribuições indelegáveis.
O atraso na apresentação de uma proposta financeira, o segundo dos erros, teve o nítido propósito de forçar os servidores e suas entidades representativas a aceitarem o percentual proposto, sob pena de perderem o prazo limite para envio ao Congresso de projeto de lei prevendo o reajuste e também da Proposta Orçamentária, que a Lei de Diretrizes Orçamentárias fixou em 31 de agosto.
Nesse ponto, o governo foi duplamente desleal. Um: porque retardou, para prejudicar, o anúncio do percentual para efeito de negociação, além de ter suspendido as reuniões com as entidades faltando menos de um mês do prazo limite, só retomando quando faltava menos de 15 dias para o encerramento das negociações para 2013. Dois: porque não dialogou sobre questões não financeiras e sobre as pendências de campanhas passadas, notadamente para os subscritores deste manifesto.
O valor ofertado, de 15,8% – para ser diluído nos anos de 2013, 2014 e 2015 – foi o terceiro, porque, além de insuficiente para repor a inflação acumulada desde a última negociação, realizada em 2008, teve o propósito de engessar as campanhas salariais dos próximos anos, especialmente no período que antecede o processo eleitoral de 2014.
O aumento de até 25% nos salários dos integrantes do Grupo de Direção e Assessoramento Superior (DAS) também foi outro erro governamental, ao valorizar mais os cargos de livre provimento em detrimento dos servidores de carreiras.
Outro erro, igualmente grosseiro, porque feriu a dignidade dos servidores, foi o plágio da campanha de Collor contra os servidores, apenas com a substituição da expressão “marajá” por “sangue azul”; uma agressão gratuita, ainda mais partindo de autoridades cujos salários são multiplicados com a participação em conselhos, inclusive de empresas privadas.
Estas são razões mais que suficientes para que se condene o método inaugurado na gestão da presidente Dilma para intimidar os servidores e suas entidades, em lugar de dialogar e buscar soluções para os conflitos, que são naturais nas relações de trabalho. O governo precisa reconhecer que mais que errar na negociação, ele foi desrespeitoso com as carreiras que subscrevem este manifesto.
Por último, não se faz planejamento, desenvolvimento econômico e social, não se distribui renda nem se pratica a justiça sem carreiras exclusivas de Estado. Se o governo quer o estado eficaz, o primeiro passo é respeitar quem formula e implementa as políticas públicas. Não se pode ignorar nem tampouco agredir profissionais essenciais ao funcionamento do Estado e do Governo, sob pena de inviabilizar a gestão pública.
SINAL; SINDIFISCO; SINAIT; ANFIP; SINDCVM; SIDSUSEP; ANER e SinTBacen.
Servidores querem anular reforma
Reforma da Previdência de 2003, que prejudicou aposentados e abriu caminho para Funpresp, é questionada pelo Sinal.
CUT diz que também estudará ação jurídica contra aprovação viciada.
http://jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120921-jornal/pdf/21.pdf
