Inicial 2011
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N O T A
O Sinal Nacional, refletindo preceitos regulamentares e posicionamento tradicional do sindicato, e em consideração à carreira de Procurador, que também compõe a base de filiados do Sinal, declara que sempre houve por bem tratar igualmente todas as carreiras e cargos que compõem o quadro do Banco Central do Brasil, incluídos aí aposentados e pensionistas.
Um dos preceitos do sindicalismo é, certamente, a luta de todos por causas de todos. O Sinal procura incorporar este preceito, pautando sempre sua atuação como representante do funcionalismo in totum e atuando na mediação de eventuais conflitos internos.
Agindo desta forma, objetiva não somente afastar dos servidores o sentimento do divisionismo, mas também promover o bom relacionamento no trabalho.
O infrutífero e desfocado debate que começou a se estabelecer a respeito da preponderância de uma carreira sobre a outra deve ser substituído pela união de forças de todos no sentido de que se faça justiça aos servidores do BC - Analistas, Técnicos e Procuradores – no que tange à ampla valorização salarial e ao reconhecimento de distorções salariais injustificáveis entre carreiras, Especialista e Procurador, e entre cargos, Analista e Técnico.
Unidos somos fortes, desunidos não somos nada.
Sérgio Belsito – Presidente Nacional
PENÚLTIMO DIA DA VE
Vale o esforço final para chegarmos a 2000 votantes!! Mobilize-se, convença os colegas próximos a votar e legitimar nossa pauta!!!
VOTAÇÃO
on line
Votantes:
1762
29/9/2011
15:32:33
Belém
44
Belo Horizonte
171
Brasília
501
Curitiba
85
Fortaleza
96
Porto Alegre
97
Recife
80
Rio de Janeiro
335
São Paulo
286
Salvador
67
Veja aqui a parcial da votação
Clique aqui e veja a composição de votos por regional.
RESULTADO DAS AGNs REALIZADAS ONTEM
PORTO ALEGRE
A assembleia decidiu por unanimidade que o Sinal patrocine toda terça-feira um café da manhã para ajudar na mobilização da regional.
RECIFE
A AGN contou com a presença de 22 servidores. Foram passadas informações sobre a mobilização em outras regionais. Comentou-se, ainda, a respeito das dificuldades impostas pelo Governo no tocante à concessão de reposição salarial em 2011 e em 2012, e demonstrada a necessidade de promover iniciativas para dar visibilidade aos pleitos dos filiados.
Foi aprovada por unanimidade a convocação de AGNs semanais como forma de mobilização, sempre que possível, com convidados. Foi dada a palavra ao ex-presidente da Anaupi, André Gustavo Alcântara, que falou sobre as reivindicações da AGU, explicou as diferenças existentes entre as remunerações daquele órgão e de outros do Poder Judiciário, bem como os caminhos que as lideranças estão percorrendo para lutar por melhorias.
QVT compensatória e QVT preventiva
Qual a diferença entre
a QVT Compensatória e a QVT Preventiva?
Mário César Ferreira
Nas conversas com gestores de organizações públicas e privadas, encarregados de conduzirem os PQVTs (Programas de Qualidade de Vida no Trabalho), constato uma queixa recorrente: baixa adesão do coletivo de trabalhadores nas ações implementadas na empresa/órgão. Muitos gestores dizem: “No início, quando anunciamos o pacote QVT, há até um impacto positivo. O pessoal fica animado. Bastam alguns meses, a euforia passa e a participação do pessoal decresce”. Essa queixa não é novidade. Ela é confirmada também na literatura científica sobre o tema.
Nossas pesquisas mostram que na origem dessa queixa dos gestores há uma causa fundamental: o caráter compensatório dos PQVTs. Tal caráter se expressa, fundamentalmente, pelo descompasso entre os tipos de ações implementadas de QVT nas empresas e as causas efetivas das vivências de mal-estar dos trabalhadores nos contextos organizacionais. A opinião de um empregado ilustra bem esse descompasso: “Adoro a sessão de Yoga. É uma maravilha! O problema é quando, pós-sessão, eu volto para o meu posto de trabalho. As fontes do meu mal-estar continuam lá, intactas. O despreparo gerencial do chefe, por exemplo, acaba com o meu bom humor. A Yoga ameniza meu desgaste, mas não resolve”.
Quais são, então, os traços característicos da abordagem compensatória que ajudam a compreender a sua baixa eficácia?
Assistencialismo
Um traço característico dessa abordagem consiste no fato de que os PQVTs se baseiam, essencialmente, em atividades do tipo antiestresse. Em levantamento recente, com base nos serviços oferecidos por 40 empresas, constatamos 10 modalidades distintas, englobando cerca de 85 atividades diferentes de QVT: suporte psicológico (gerenciamento do estresse); suporte físico-corporal (grupos de caminhadas); alternativas holísticas orientais (acupuntura); reeducação nutricional (orientação nutricional personalizada); atividades culturais e lazer (dança de salão); suporte em treinamento (planejamento financeiro). Tais atividades parecem ter em comum uma perspectiva geral de restauração corpo-mente.
Indivíduo no foco das ações
No discurso de justificativa dos serviços prestados pelas empresas evidencia-se o indivíduo no foco das ações de QVT. A ênfase das práticas é centrada no suporte oferecido aos trabalhadores para gerirem as consequências negativas que se originam nos contextos de trabalho. A perspectiva é transferir para os trabalhadores a gestão dos males do trabalho. As causas do mal-estar, como condições precárias de trabalho, por exemplo, permanecem intocáveis. O desenvolvimento de competência de gestão de equipes cede a vez para a Yoga na amenização dos efeitos do estilo gerencial autoritário.
Produtividade
Constata-se também uma forte ênfase na produtividade organizacional. A preocupação primeira é, como afirmam os empresários do stress business, com a “saúde corporativa/organizacional”; o “bem-estar organizacional”; as “necessidades da empresa”; a “otimização de custos”; a “maximização de resultados”. Nessa ótica, o bem-estar dos funcionários é expediente tático para alavancar a produtividade. As ações assistencialistas de QVT têm uma função compensatória dos desgastes dos trabalhadores.
Eis, portanto, três características da abordagem compensatória que certamente estão na origem de sua baixa eficácia. Em síntese, essa abordagem veicula uma concepção instrumental de ser humano do tipo meramente produtivista. Por extensão, o trabalho se transforma em meio de geração de lucros, rentabilidade.
As atividades compensatórias podem até existir. Porém, elas devem ter um caráter complementar, secundário, na abordagem de QVT de viés preventivo. Agir de modo sustentável nas fontes do mal-estar implica em focar as ações de Qualidade de Vida no Trabalho principalmente nas condições, na organização e nas relações socioprofissionais de trabalho, uma vez que esses fatores, se mal resolvidos, constituem o “núcleo duro” das causas das vivências de mal-estar no trabalho e, em consequência, potencializam a ocorrência de problemas nos campos da segurança e da saúde dos trabalhadores.
Mário César Ferreira. Pós-doutor em Ergonomia Aplicada à Qualidade de Vida no Trabalho (Universidade Paris 1 - Sorbonne – França), professor associado (Instituto de Psicologia – UnB - Brasília), consultor externo (Fórum Qualidade de Vida no Trabalho – BCB - Brasília).
(Este artigo é uma contribuição do Grupo Qualidade de Vida Sinal-RJ).
ECONOMIA CRESCENDO, TRABALHADOR VALORIZADO III
PARA O SERVIDOR DO BANCO CENTRAL? NADA.
VE PASSA DE 1600 VOTANTES
Junte-se aos mais de 1600 colegas, vote e legitime nossa pauta salarial;
VOTAÇÃO
on line
Votantes:
1651
28/9/2011
17:13:10
Belém
42
Belo Horizonte
168
Brasília
456
Curitiba
83
Fortaleza
95
Porto Alegre
95
Recife
78
Rio de Janeiro
301
São Paulo
268
Salvador
65
Veja aqui a parcial da votação
CONSIDERAÇÕES SOBRE O RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO DO BACEN (PORTARIA 065410)
No último dia 26 (segunda-feira) a Direção do SINAL participou de reunião com o Procurador Geral do Banco Central, Dr. Isaac Sidney Menezes Ferreira...
HOJE: Assembleia Nacional
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Hoje, terça-feira
, 27/09, 14 h - Saguão da ADRJA
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Participe da Assembleia Geral Nacional e saiba das negociações da Campanha Salarial.
A Votação Eletrônica, estendida até as 17h de sexta-feira, 30, apresenta várias questões sobre a situação dos servidores e projetos em tramitação no Congresso.
O Conselho Regional recomenda aos servidores do BC do Rio de Janeiro o voto a favor da manutenção da PDL - perguntas 28 e 29 da VE.
O quorum alto fortalece as negociações!
