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Previdência: entidades dos servidores mantêm mobilização em semana decisiva
Previdência: Fonacate reprova o texto e continua em busca de melhorias
Candidaturas ao Conselho Editorial da revista Por Sinal vão até a próxima sexta-feira, 12
Colega, opine sobre a Reforma da Previdência
Comissão Especial da Câmara aprova reforma da Previdência
Sinal convoca filiados de Salvador para processo eleitoral
Previdência: Comissão Especial deve votar texto hoje, 4
Após horas de sessão, tratativas e discussões, que adentraram a madrugada, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados deve votar nesta quinta-feira, 4 de julho, o parecer do relator, Samuel Moreira (PSDB/SP), à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 - reforma da Previdência.
Os trabalhos de hoje tiveram início ainda pela manhã. A nova complementação de voto (a segunda) apresentada pela relatoria nesta quarta-feira, 3, não trouxe mudanças para os servidores públicos federais. Permanece na matéria uma série de injustiças contra a classe, que atinge aos servidores da ativa, aos aposentados e aos pensionistas, tais como a elevação da alíquota de contribuição, maiores dificuldades para conseguir os requisitos para a aposentadoria, cálculo rebaixado do valor do benefício e possibilidade de cobrança de alíquotas previdenciárias extraordinárias, em caso de déficit atuarial.
O Sinal, em conjunto com as demais entidades do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), segue buscando diálogo com os parlamentares da Comissão Especial, com vistas à aprovação de destaques que possam impedir, ou mesmo mitigar, os efeitos da matéria.
No Senado, lideranças sindicais criticam projeto que prevê demissão de servidores
Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do Senado Federal, na última terça-feira, 2 de julho, lideranças sindicais do serviço público fizeram duras críticas ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 116/2017, que versa sobre a demissão por insuficiência de desempenho. Parlamentares e especialistas também compuseram a mesa de debates. O presidente, Paulo Lino, e o diretor de Relações Externas do Sinal, Francisco Tancredi, acompanharam a sessão.

As representações do funcionalismo deixaram clara a sua concordância com a possibilidade e necessidade de avaliação do agente público. Entretanto, apontaram inconsistências que tornam a matéria inadmissível. A falta de respaldo científico é uma delas. “Depois de dois anos de debates, sequer foram apresentados estudos acadêmicos e científicos que tivessem fundamentado a proposta”, observou o presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques.
Ainda de acordo com ele, os parâmetros previstos no texto são “retrógrados” se comparados à prática vigente nas grandes corporações mundo afora. Segundo Marques, o projeto pode comprometer sobremaneira o clima organizacional nos órgãos da Administração Pública, atentando contra fatores que são fundamentais para uma rotina laboral sadia e produtiva, como a segurança psicológica, a confiança no trabalho e a sensação de pertencimento.
Criticou, ademais, a falta de salvaguardas adicionais às Carreiras de Estado, dada a natureza de suas atribuições e prerrogativas dos cargos.
O senador Lasier Martins (PSD/RS), que foi o relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa, afirmou que a intenção do dispositivo não é acabar com a estabilidade. “O objetivo do projeto é valorizar funcionários públicos eficientes.”
A economista Ana Carla Abrão afirmou que a “homogeneização” dos servidores é prejudicial ao bom rendimento dos quadros e, consequentemente, de toda a máquina pública. Ainda de acordo com ela, o PLS 116 é adequado, por consistir num instrumento de gestão.
Fazendo um contraponto, o representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Gilberto Cordeiro, observou que debater “gestão como um todo” e não só mecanismos para a demissão dos servidores, seria muito mais adequado, oportuno e justo.
A falta de estrutura em diversos órgãos públicos – o que compromete o bom desenvolvimento dos trabalhos e, ainda, eventual avaliação de produtividade – e o vício de iniciativa – por entender que matéria desta natureza seria de responsabilidade do Executivo – foram outros pontos de repreensão por parte das representações sindicais presentes.
O PLS 116/2017 está pronto para votação pela CAS.
Assista aqui na íntegra
Prazo para candidaturas ao Conselho Editorial da Por Sinal termina no próximo dia 12

Seguem abertas, até o próximo dia 12 de julho, as candidaturas ao Conselho Editorial (CE) da revista Por Sinal, para o biênio 2019/2021. As inscrições, que precisam estar acompanhadas de um currículo sucinto, devem ser dirigidas aos Conselhos Regionais do Sindicato.
O CE é formado por oito membros, sendo quatro conselheiros fixos, que são o presidente nacional e os diretores de Comunicação, Estudos Técnicos e Relações Externas do Sinal, além de quatro conselheiros entre os candidatos indicados, sendo dois pertencentes aos Conselhos Regionais do Sindicato e dois filiados que, obrigatoriamente, não pertençam a esses conselhos.
As atribuições básicas do Conselho são: construir e aprovar a pauta da revista juntamente com a editora, em reunião que ocorre a cada edição, apoiar a construção das matérias e validar o produto final em seu conteúdo e forma.
