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Banco Central: a redução do meio circulante e a responsabilidade com o cidadão
Matéria veiculada pela página eletrônica do Valor Econômico nesta quarta-feira, 10 de janeiro, repercute a disposição do Banco Central do Brasil em reduzir a circulação de dinheiro em espécie na economia brasileira em 2018. De acordo com fonte ouvida pela publicação, o projeto, que envolve mudanças no mercado de cartões de débito e crédito, é uma das pautas prioritárias na Casa para este ano.
Ressaltamos o empenho do BCB em trabalhar no sentido de estabelecer mecanismos que modernizem e deem mais segurança à relação entre comerciante e consumidor no país. Entretanto, há que se registrar algumas ponderações.
No Rio de Janeiro, entidades constroem unidade e definem ações contra reforma da Previdência
Segue a articulação da categoria em luta contra a PEC287/2016, que dispõe sobre a reforma da Previdência. Nesta quarta-feira, 10, no Rio de Janeiro, representações de diversas carreiras se reuniram para avaliação e encaminhamento de novas atividades unificadas.

Articulações pró e contra reforma da Previdência seguem a todo vapor
Recesso parlamentar ainda em curso, no entanto as articulações pró e contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que dispõe sobre a reforma da Previdência, seguem a todo vapor.
Atendendo a convite do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), dezenas de representações sindicais participaram, nesta terça-feira, 9 de janeiro, de encontro no escritório regional do parlamentar para discutir a continuidade das ações de enfrentamento à matéria. Natalino Sakamuta e Hilton Barlach, conselheiros do Sinal em São Paulo, integraram a mesa de debates.

Na imprensa, a notícia é de que o Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, terá à disposição nos próximos dias cerca de R$10 bilhões para reforçar o poder de barganha com parlamentares, em troca de votos favoráveis à reforma da Previdência.
Planalto sinaliza desistência de quebra da regra de ouro; resistência da categoria impõe dificuldades ao governo
Canais de notícias da grande imprensa repercutiram nesta segunda-feira, 8 de janeiro, a desistência, por parte do Planalto, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que flexibilizaria a “regra de ouro” dos gastos governamentais. O projeto poderia reforçar a tendência do congelamento de investimentos no setor público, conforme criticou a edição 5 do Apito Brasil.
O recuo do governo, diante da reverberação negativa ante à possível medida - bem como a diversos outros intentos ao longo dos últimos meses - deve-se, em parcela considerável às trincheiras de resistência erguidas no seio do serviço público. Neste ambiente destaca-se a articulação de carreiras por meio do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe).
Governo estuda apresentação de nova PEC: Adivinhem quem serão, mais uma vez, os prejudicados
Não bastassem as diversas ameaças que pairam sobre o serviço público, como a reforma da Previdência e o adiamento dos reajustes previstos em lei, por exemplo, especula-se, nos bastidores do poder, o surgimento de mais uma proposta que pode expor a categoria, ainda mais, à precarização iminente e acentuar o arrocho em tela. Veículos da grande imprensa noticiaram, no fim da última semana, que parlamentares da base aliada e a equipe econômica do governo trabalham numa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para interromper, temporariamente, aplicação da “regra de ouro”.
Marun finge que não, mas mostra incômodo com denúncia; Fonacate reforça protagonismo na luta contra pacote de maldades
A representação na Comissão de Ética da Presidência da República impetrada pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) contra o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, na última quarta-feira, 3 de janeiro, segue repercutindo na grande imprensa. Em entrevista veiculada pelo portal de notícias Jovem Pan, o ministro, ao ser questionado sobre a denúncia, limitou-se a negar a flagrante coação a governadores e deputados. Na falta de argumentos objetivos que invalidem a acusação, Marun tentou minimizar o fato e desqualificar o Fonacate.

Governo ainda crê em adiamento de reajustes; categoria deve permanecer atenta

A edição nº 2 do Apito Brasil, publicada nesta quarta-feira, 3 de janeiro, noticiou que a prévia dos vencimentos dos servidores a serem pagos no início de fevereiro, divulgada pelo BCB, já considera a concessão do reajuste previsto na Lei 13.327/2016. Entretanto, circula na imprensa a informação de que o governo federal ainda tentará um esforço para que mais um direito adquirido pela categoria não seja efetivado.
