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PARLAMENTO SOB PRESSÃO
AGN – 2ª. feira – Reajuste de servidores subiu no telhado
Em marcha!
Edital de Convocação
Palavra do Filiado
Gostaria de cumprimentá-los pela inédita coragem de criar (e manter) o espaço “Palavra do Filiado”. Com esse gesto, o Sinal abre canal direto do filiado com os colegas e permite produtivos momentos de “saia justa” para os nossos representantes. Imagino quantos protestos internos e arrependimentos já devem ter pipocado entre vocês, mas, acredito que tal esforço um dia se tornará usual também em conselhos regionais, em outros sindicatos e, até mesmo, em informes internos do próprio Banco Central.
Max Meira, de Brasília
Sucinto, mas disse tudo. [N. do E.: refere-se ao Apito nº 64]
Excelente o texto do Apito Brasil, que só confirma a seriedade de atuação e propósitos desse que continua sendo, a despeito de tantas desfiliações equivocadas e xingamentos, de filiados ou não, a maior e melhor força do funcionalismo do Banco Central.
Maria Inez, do Rio de Janeiro
Todos os olhos estão voltados para Brasília
Palavra do Filiado
Pois é. Foi melhor quando estávamos nas mãos do ex-banqueiro do que de servidor de carreira. [N. do E.: refere-se à Palavra do Filiado do Apito 64]
Celso Morelli, de São Paulo
Utilizando as palavras do colega Paulo de Toledo, de São Paulo, “A coerência do Sinal ainda resta ser demonstrada”: a pretexto de defender uma participação direta dos servidores em assembleias presenciais, de fato, o Sinal trabalhou contra os aposentados que se manifestaram com mais de 1.800 votos a favor da participação eletrônica. Se a justificativa para uma maior participação presencial fosse o que levou a direção do Sinal a defender esta proposta, teria sido percebido que: a proposta de participação por voto eletrônico não é impeditiva para que aposentados ou servidores da ativa, em boas condições de saúde, compareçam a votações presenciais. Por outro lado, a imposição da votação presencial exclui aposentados e servidores da ativa que estejam impossibilitados de se locomoverem de exercer seus direitos. Por exemplo, há muitos anos, o Conselho Regional de Economia nos envia até cédulas por meio dos correios para que votemos com plena liberdade.
Ruy Mello, do Rio de Janeiro


